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Pix supera cartões e muda hábitos de pagamento global

Pix cresce em 2025, movimentando R$ 35,6 trilhões e ampliando a bancarização, ao mesmo tempo em que substitui TEDs, boletos e cartões de crédito e débito

Opinião | O mundo observa o crescimento do Pix, que superou cartões e mudou hábitos
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  • Em 2025, o Pix movimentou R$ 35,6 trilhões, alta de 33,6% frente a 2024, mostrando o tamanho da ferramenta de pagamentos.
  • Criado pelo Banco Central em 2020, o Pix é uma opção pública e gratuita de transferências instantâneas.
  • Atualizações incluem Pix automático para contas recorrentes e Pix agendado, substituindo cheques e reduzindo uso de TEDs, boletos e cartões.
  • A bancarização ganhou impulso: mais de 96% da população adulta tem conta; uso de dinheiro físico caiu consideravelmente entre 2019 e 2024, com saques tradicionais em queda.
  • O Pix já opera internacionalmente em QR code em Argentina, Paraguai, França e Portugal, e vem levando lojas a oferecer descontos para pagamentos via Pix.

O Pix, sistema de pagamentos criado pelo Banco Central em 2020, ganhou tamanho e relevância no Brasil. Em 2025, movimentou R$ 35,6 trilhões, resultado 33,6% maior que 2024, e já provoca mudanças profundas no comportamento financeiro.

A adoção pública e gratuita do Pix facilita transferências instantâneas, reduzindo a necessidade de cheques e de operações como TEDs e boletos. A cada atualização, como o Pix automático e o Pix agendado, cresce a abrangência de pagamentos recorrentes e parcelas.

A transformação registra impactos na bancarização: mais da maioria da população adulta possui conta, conforme o BC, com uso de dinheiro físico em queda expressiva. Entre 2019 e 2024, uso de cédulas caiu de 43% para 6%, indica levantamento do Google.

Mudanças operacionais aparecem também no varejo, com descontos para pagamentos via Pix e menor dependência de maquininhas. Em vários países, já há integração do Pix via QR code. Contudo, surgem discussões sobre sonegação em pagamentos parcelados sem nota.

Perguntas internacionais sobre modelo brasileiro já aparecem: autoridades e empresários avaliam o Pix como referência para políticas de pagamento. A tendência indica que o movimento continuará a ganhar espaço, reconfigurando rotinas financeiras no país.

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