- Polícia localizou, no complexo do Lins, no Rio de Janeiro, uma central clandestina de criptomoedas associada ao Comando Vermelho.
- Dez pessoas foram presas na operação.
- A central foi encontrada em um imóvel, mas não havia ninguém no local no momento.
- A mineradora consistia em uma rede de computadores que validava transações de moedas digitais, com parte dos valores voltando aos operadores do sistema.
- A polícia investiga se as criptomoedas eram usadas para lavar dinheiro; as prisões ocorreram na comunidade por tráfico de drogas e golpes telefônicos.
A polícia encontrou uma central clandestina de criptomoedas ligada ao Comando Vermelho dentro do complexo do Lins, no Rio de Janeiro. A descoberta ocorreu durante a operação policial na região. A ação resultou na localização de uma mineradora isolada em um imóvel, sem ninguém no local no momento das buscas.
Ao todo, dez pessoas foram presas na operação. Elas são investigadas por envolvimento com atividades criminosas associadas ao grupo. A ação ocorreu na comunidade onde os suspeitos estavam inseridos, conforme registros oficiais.
A mineradora consiste em uma rede de computadores montada para validar transações de moedas digitais. Parte dos valores gerados pela operação era supostamente destinada aos operadores do próprio sistema. A polícia investiga se as criptomoedas eram usadas para lavagem de dinheiro.
As prisões ocorreram sob suspeita de crimes como tráfico de drogas e golpes telefônicos. A investigação continua para apurar vínculos entre a infraestrutura de criptomoedas e outras atividades ilícitas, bem como o destino dos recursos obtidos.
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