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Polícia Federal desarticula esquema de R$120 milhões com criptomoedas e fraudes

Operação Cyber Trap desarticula organização que movimentou mais de R$ 120 milhões com fraudes bancárias, criptomoedas e empresas de fachada, em MS e SP

Imagem da matéria: Polícia Federal desarticula esquema de R$ 120 milhões com criptomoedas e fraudes bancárias
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  • A Polícia Federal deflagrou, na quinta-feira, a Operação Cyber Trap para desarticular uma organização criminosa de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro, movimentando mais de R$ 120 milhões com criptomoedas e empresas de fachada.
  • Foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um de prisão, além de bloqueios patrimoniais, nas cidades de Campo Grande (MS) e Campo Limpo Paulista (SP).
  • A investigação começou em 2023, após a Caixa Econômica Federal sinalizar a existência de um site que comercializava cartões bancários fraudados.
  • Durante as ações, foram apreendidos celulares, computadores, veículos, joias, dinheiro, criptoativos, imóveis e outros bens ligados aos crimes.
  • A operação mostrou que a organização operava de forma estruturada no ambiente digital, usando criptomoedas para ocultar valores, com recursos distribuídos entre contas, empresas de fachada e plataformas on-line, contando com apoio de instituições financeiras.

A Polícia Federal deflagrou, na quinta-feira 21 de maio de 2026, a Operação Cyber Trap para desarticular uma organização criminosa atuante em fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. O esquema movimentou mais de R$ 120 milhões envolvendo criptomoedas e empresas de fachada para ocultação de valores ilícitos.

Ao todo, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um de prisão, além de bloqueios patrimoniais. As ações ocorreram nas cidades de Campo Grande (MS) e Campo Limpo Paulista (SP). A investigação teve início em 2023, após a Caixa Econômica Federal informar a existência de um site que vendia cartões fraudados.

Segundo a PF, a organização operava de forma estruturada no espaço digital, aplicando golpes e ocultando os recursos obtidos. Após as fraudes, os valores eram redistribuídos entre contas, empresas fantasmas e operações com criptomoedas, dificultando o rastreamento.

Desdobramentos

A operação resultou na apreensão de aparelhos celulares, computadores, veículos, joias, dinheiro em espécie, criptoativos, imóveis e outros bens relacionados aos crimes. A PF contou com apoio de instituições financeiras, integrando uma ofensiva nacional contra crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro.

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