- A UBS elevou a previsão do S&P 500 para fim de 2026 de 7.500 para 7.900 pontos, citando a resiliência do consumo e a forte demanda por data centers.
- O Morgan Stanley projeta até 8.000 pontos para o índice no fim de 2026, impulsionado por investimentos em inteligência artificial e lucros.
- A meta atual representa aproximadamente 6% de valorização em relação ao fechamento anterior de 7.445,72 pontos.
- A UBS também aumentou a estimativa de lucro por ação para 2026, de US$ 310 para US$ 335, mantendo a visão atrativa sobre as ações americanas.
- Os lucros do S&P 500 no primeiro trimestre devem subir quase 29% ante o ano anterior, com grande contribuição de empresas ligadas à IA; porém, riscos ligados ao Estreito de Ormuz podem pressionar petróleo e juros.
O UBS Global Wealth Management elevou a visão para o S&P 500 no fim de 2026, de 7.500 para 7.900 pontos, citando a resiliência do consumo e a demanda por infraestrutura de data centers.
A instituição aponta que, nas últimas semanas, mais corretoras revisaram suas projeções para o índice. O Morgan Stanley projeta 8.000 pontos até o fim de 2026, embasado em investimentos em IA e luminosidade de lucros.
A meta do UBS representa alta de cerca de 6% em relação ao fechamento recente, de 7.445,72 pontos. A projeção para junho de 2027 diverge com 8.200 pontos, mantendo a visão positiva sobre as ações americanas.
A estimativa de lucro por ação para 2026 subiu de US$ 310 para US$ 335, segundo estrategistas do UBS. Eles ressaltam fatores de sustentação: crescimento econômico, lucros resilientes, um Fed favorável e avanços em IA.
Quase metade do aumento de lucros é atribuído à demanda por semicondutores, especialmente chips de memória. O restante viria de maior lucratividade no setor de energia e expansão de investimentos em data centers.
Dados da LSEG mostram que o lucro agregado do S&P 500 no primeiro trimestre pode subir quase 29% ante o ano anterior, com o impulso vindo de grandes empresas ligadas à IA.
Apesar do cenário positivo, o UBS alerta que a ausência de resolução sobre o Estreito de Ormuz pode frear o ciclo de alta, à medida que preços do petróleo sobem e as taxas de juros sobem.
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