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Dono do BTG aponta risco de milícias com 20% do mercado de combustível informal

Esteves alerta que 20% do mercado de combustível é informal; diz que a milícia ameaça o Brasil institucional e a estabilidade econômica

O banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, participa de seminário promovido pelo grupo Esfera em agosto de 2025, em São Paulo
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  • André Esteves afirmou que o maior problema do Brasil não é a economia, e sim o avanço do crime organizado sobre instituições públicas e privadas.
  • Ele citou que 20% do mercado de combustível ficou informal e questionou como isso pode ocorrer, citando o banco Master de Daniel Vorcaro.
  • Segundo o banqueiro, houve falhas do antigo comando do Banco Central no caso Master, e a atual gestão teria aperfeiçoado os controles.
  • Esteves mencionou que 34 deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro estão sendo investigados por ligação com milícia ou tráfico, em um total de 70 parlamentares.
  • Na visão dele, a economia está “moleza” de resolver: defendeu ajustes de gastos para reduzir a inflação, destacou reservas cambiais de US$ 360 bilhões, inflação projetada de 4% e desemprego próximo de zero, além de mencionar salários com reajuste real de 2,5%.

O empresário André Esteves, sócio do BTG Pactual, afirmou neste sábado que o maior desafio do Brasil não é a economia, mas a atuação do crime organizado sobre instituições públicas e privadas. Ele participou de um fórum do grupo Esfera Brasil no Guarujá (SP) ao lado de Aloizio Mercadante e Bruno Dantas.

Esteves citou como exemplo a crise de informalidade no mercado de combustível, afirmando que 20% do setor estaria informal. Ele criticou o que chamou de falhas do antigo comando do BC e declarou que a gestão atual aperfeiçoou controles. Sobre o banco Master, ele apontou prejuízos atribuídos a falhas anteriores.

O banqueiro reforçou que o Brasil institucional não pode ceder ao crime, mencionando investigações envolvendo milícias no Rio de Janeiro. Afirmou que não se trata de questões tributárias, mas de tráfico de drogas e violência. O comentário ocorreu após referência a investigações de deputados fluminenses.

Na avaliação de Esteves, a economia está mais fácil de ajustar. Ele afirmou que, com medidas simples, seria possível reduzir a Selic de 15% ao ano para 7%. Argumentou que hoje o país vive pleno emprego e que o salário mínimo, reajustado, não acompanha a produtividade.

O empresário elogiou a atuação de governos passados, comparando o atual cenário a uma situação de terra arrasada que exigiu reformas. Disse que diversas áreas apresentam equilíbrio, como o BNDES e a Petrobras, e destacou reservas cambiais líquidas em torno de US$ 360 bilhões.

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