- Desenrola 2: 73% conhecem o programa, mas 58% dos endividados não renegociarão nem pretendem renegociar; 6% já aderiram e 30% ainda pretendem aderir; 6% não sabem ou não responderam.
- Amostra de 2.045 pessoas em todo o país, coletada entre 22 e 24 de maio; margem de erro de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.
- Sobre endividamento: 38% não possuem dívidas, 36% têm dívidas dentro do prazo e 25% têm débitos atrasados há mais de trinta dias.
- Aprovação do governo Lula varia conforme situação de endividamento: dívida zero, 50% aprovam; entre dívidas que vencerão nos próximos dias, 44% aprovam; entre atrasados há mais de 30 dias, 46% aprovam.
- Percepção econômica: economia nacional ruim ou péssima para 48%, regular 33%, ótima ou boa 18%; situação financeira pessoal regular 45%, ótima ou boa 34%, ruim 20%.
O Desenrola 2 mantém distância de parte dos endividados, indica pesquisa encomendada pelo BTG Pactual. O estudo, realizado pelo Nexus, ouviu 2.045 pessoas em todo o país entre 22 e 24 de maio, para compreender adesão e percepção sobre o programa. Aproximadamente 58% dos endividados não renegociaram nem pretendem renegociar por meio do programa. A parcela que já aderiu é de 6%, e quem pretende aderir soma 30%. Outros 6% não sabem ou preferiram não responder.
Entre os entrevistados, 73% afirmaram conhecer o Desenrola 2. A pesquisa também levantou o estágio de endividamento: 38% não possuem dívidas, 36% têm dívidas ainda no prazo e 25% possuem débitos atrasados há mais de 30 dias. Os números ajudam a entender o alcance do programa e o comportamento dos endividados.
A divulgação ocorreu nesta segunda-feira (25). O levantamento também cruzou a aprovação do governo Lula com o status de endividamento. Entre quem não tem dívidas, 50% aprovam o governo, 45% desaprovam e 5% não respondem. Entre dívidas próximas do vencimento, 44% aprovam e 50% desaprovam; entre débitos atrasados há mais de 30 dias, 46% aprovam e 48% desaprova.
Avaliação econômica
Sobre a economia nacional, 48% classificaram o quadro como ruim ou péssimo, 33% como regular e 18% como ótimo ou bom. Em relação à própria situação financeira, 45% se consideram regulares, 34% ótimas ou boas, e 20% ruins ou péssimas. Não sabem ou não responderam representaram 1% dos entrevistados.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi feito por telefone com eleitores de 16 anos ou mais, mantendo a amostra alinhada à distribuição da população por sexo, idade, escolaridade, tipo de telefonia e região.
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