- A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou convocação para ouvir Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB, sobre as operações com o Banco Master, seus desdobramentos e impactos.
- O convite foi feito a pedido da senadora Damares Alves; Souza havia dito que só deporá após a publicação dos balanços do BRB.
- O BRB não divulgou as demonstrações financeiras de 2025 até o prazo de 31 de março, o que motivou a cobrança pela comissão.
- A convocação está marcada para a sessão da CAE no dia 2 de junho; ainda não ficou claro se o presidente do BRB comparecerá.
- O rombo estimado pelas operações com o Master continua desconhecido; o BRB não divulgou dados do terceiro trimestre de 2025 e atribuiu atraso à auditoria forense.
A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou nesta terça-feira a convocação do presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, para explicar as operações com o Banco Master, seus desdobramentos e impactos. A sessão deve ocorrer em 2 de junho. A decisão ocorreu após pedido da senadora Damares Alves.
O convite havia sido feito em abril, visando ouvir as providências da nova gestão do BRB. Segundo o presidente da CAE, Renan Calheiros, o executivo havia informado que só deporaria após a divulgação dos balanços.
O BRB não publicou as demonstrações financeiras de 2025 até 31 de março, prazo inicial não cumprido pela segunda vez consecutiva. O rombo estimado nas operações com o Master permanece desconhecido até o momento.
Em nota relevante divulgada no fim de março, o BRB justificou o adiamento da publicação pela necessidade de conclusão de auditoria forense sobre Eventos relacionados à operação Compliance Zero e avaliação de impactos pela administração e pelo auditor independente.
Contexto financeiro
O banco do Distrito Federal não informou dados do terceiro trimestre de 2025, aumentando a expectativa sobre os impactos das operações com o Master. A auditoria forense é citada como parte do processo de apuração.
Próximos passos
O BRB ainda não informou se enviará representante à convocação. A sabatina no Senado deverá esclarecer o que motivou o atraso de balanços e quais medidas foram tomadas pela gestão atual.
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