- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a solução para a crise do BRB envolve uma operação de crédito do governo do Distrito Federal com o Fundo Garantidor de Créditos, com fiança de um sindicato de bancos.
- O fluxo de recursos do DF serviria como contragarantia na operação.
- A União se comprometeu a flexibilizar critérios do plano de ajuste fiscal do DF, que hoje limitam operações de crédito a R$ 900 milhões.
- O termo da audiência no STF indica que a operação seria realizada sem garantia da União.
- Uma nova reunião no STF para possível conclusão do acordo está marcada para quinta-feira.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira que a saída para a crise do Banco de Brasília (BRB) passa por uma operação de crédito do governo do Distrito Federal com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A garantia ficaria por conta de um sindicato de bancos. A ideia é usar o fluxo de recursos do DF como contragarantia.
A operação não contará com garantia direta da União, conforme o termo de audiência realizado no Supremo Tribunal Federal (STF). Durigan falou em flexibilizar os critérios do plano de ajuste fiscal do DF, que hoje limitam operações de crédito a 900 milhões de reais.
Uma nova reunião no STF para discutir o andamento do acordo está marcada para quinta-feira, segundo o ministro. O objetivo é confirmar condições, prazos e etapas da solução para o BRB.
Acordo envolve FGC e fiança de sindicatos de bancos
Entidades envolvidas na negociação são o governo federal, o governo do DF, o FGC e um sindicato de bancos. O objetivo é viabilizar o empréstimo sem comprometer o equilíbrio fiscal. A expectativa é avançar com a conclusão do acordo na próxima semana.
O acordo busca definir critérios, garantias e cronograma de execução. O apoio do FGC e da rede de bancos seria central para sustentar a linha de crédito necessária ao BRB. A discussão segue sob sigilo de bastidores, com monitoramento do STF.
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