- A Ferrari lançou o Luce, primeiro veículo 100% elétrico da marca, com 5 lugares, preço de US$ 640 mil, e apresentado em 25 de maio.
- O SUV tem cerca de 1.050 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e atinge 310 km/h de velocidade máxima, com autonomia em torno de 530 km a partir de uma bateria de 122 kw.
- O design é assinado pelo ex-chefe de design da Apple, Jony Ive, da LoveFrom, e a carroceria é a mais pesada da Ferrari, com quase 2.300 kg e 5,02 metros de comprimento.
- Todos os componentes são produzidos pela Ferrari, visando manutenção pela própria marca e preservação do valor de revenda, mas as ações caíram cerca de 6% após o lançamento.
- A empresa indica que não abandonará motores a combustão nem híbridos e que pretende seguir um caminho diferente de rivais como Porsche e Lamborghini, que reduziram planos de elétricos.
A Ferrari revelou seu primeiro veículo totalmente elétrico, o Luce, na segunda-feira, 25 de maio, em Roma. O SUV de luxo tem cinco lugares e chega às ruas com mais de 1.000 cv de potência, acelerando de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos. O preço inicial informado é de US$ 640 mil.
O veículo integra motores elétricos em cada eixo, totalizando cerca de 1.050 cv. A velocidade máxima anunciada é de 310 km/h, com autonomia de aproximadamente 530 km, segundo a fabricante, que utiliza uma bateria de 122 kW. O Luce pesa quase 2.300 kg e mede 5,02 metros.
O design fica a cargo de Jony Ive, ex-chefe de design da Apple e fundador da LoveFrom. A Ferrari destaca que a carroceria reduz vibrações e ruídos para a cabine, com linhas que combinam traços retos e curvas suaves.
Design assinado por ex-diretor da Apple
Flavio Manzoni, diretor de design da Ferrari, descreveu o conceito como polarizador, mas apontou que o tempo de aceitação tende a crescer. O lançamento ocorreu no centro de Roma, com a marca reafirmando a continuidade da produção de híbridos e modelos movidos a gasolina.
Apesar do anúncio, as ações da Ferrari na bolsa de Milão registraram queda de cerca de 6% nas horas seguintes ao lançamento. A redução contrasta com o foco da empresa em manter um portfólio diverso, com motores a combustão e variantes híbridas.
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