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Bolsas de NY sobem a recordes; techs recuam e incertezas sobre Irã persistem

Dow fecha alta de 0,36% (50.644,28), S&P 500 +0,02% (7.520,46) e Nasdaq +0,07% (26.674,74) em meio a incertezas sobre negociações com o Irã

Fachada do prédio da bolsa de valores de Nova York (Nyse) — Foto: Victor J. Blue/ Bloomberg
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  • Bolsas de Nova Iorque fecharam em alta, com Dow Jones subindo 0,36% (50.644,28 pontos), S&P 500 em alta de 0,02% (7.520,46 pontos) e Nasdaq avançando 0,07% (26.674,74 pontos).
  • Os índices renovaram máximas de fechamento, em meio a sinais mistos sobre as tratativas de paz entre Estados Unidos e Irã.
  • O petróleo recuou mais de 5%, ajudando ativos de risco, enquanto o setor de tecnologia caiu 0,39% após forte valorização anterior.
  • Pontos de destaque entre as techs: Zscaler caiu 31,52%, Palantir caiu 2,99%, Intel caiu 1,42% e Qualcomm caiu 6,20%.
  • A Iraniana informou uma “minuta não oficial” de memorando com os EUA para restabelecer tráfego no Estreito de Ormuz e retirar forças da região; a Casa Branca disse que a reportagem é falsa, e representantes do governo falaram sobre a busca de uma solução diplomática, com tom crítico de Donald Trump.

O Dow Jones fechou em alta de 0,36%, aos 50.644,28 pontos, o S&P 500 subiu 0,02%, aos 7.520,46 pontos, e o Nasdaq avançou 0,07%, aos 26.674,74 pontos. Os três principais índices renovaram máximas de fechamento nesta quarta-feira, 27, sustentados por setores de saúde e consumo.

Mesmo com o otimismo, o setor de tecnologia caiu 0,39%, freando uma performance positiva. Entre as ações, Zscaler caiu 31,52%, Palantir perdeu 2,99%, Intel caiu 1,42% e Qualcomm recuou 6,2%.

Na agenda internacional, a emissora estatal iraniana informou uma minuta não oficial de entendimento com os EUA, que discutiria a restauração do tráfego no Estreito de Ormuz e a retirada de forças da região. A Casa Branca classificou a notícia como falsa.

Representantes do governo americano se posicionaram sobre as tratativas. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o país buscará todas as possibilidades para uma resolução diplomática. O presidente Donald Trump adotou tom belicoso, dizendo não concordar com os termos em negociação.

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