- O dólar comercial fechou vendido a R$ 5,061, alta de 0,66%.
- O Ibovespa caiu 0,48%, encerrando aos 175.744,37 pontos.
- Movimentos refletiram cautela com a política de juros dos Estados Unidos e o cenário externo.
- Declarações do Federal Reserve sobre manter os juros elevados por mais tempo contribuíram para a demanda por ativos seguros.
- No Brasil, o IPCA-15 de abril veio acima das projeções, ajudando a manter dúvidas sobre o ritmo de cortes de juros em 2026.
O dólar comercial fechou em alta de 0,66% nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, a R$ 5,061. O Ibovespa, principal índice da B3, recuou 0,48%, aos 175.744,37 pontos, em sessão marcada pela cautela de investidores.
O movimento ocorreu em meio à aversão a riscos derivada da política monetária dos Estados Unidos e de indicadores externos e internos. Declarações de dirigentes do Federal Reserve sinalizando manter os juros elevados por mais tempo contribuíram para a demanda por ativos considerados seguros.
No cenário doméstico, o mercado repercutiu indicadores como o IPCA 15 de abril, que veio acima das projeções, além de dados nos Estados Unidos que reforçaram dúvidas sobre cortes de juros ao longo de 2026. A combinação de juros elevados e incertezas globais pesou sobre ativos de risco.
Na Bolsa, as perdas concentraram-se em ações atreladas a commodities e ao varejo, com investidores reduzindo exposição a ativos de risco diante da desaceleração econômica global e de incertezas fiscais em economias emergentes. O ritmo de ganhos ficou limitado pela percepção de ambiente externo volátil.
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