- O IPCA-15 subiu 0,62% em maio, segundo o IBGE, ficando acima da previsão do mercado, de 0,56%.
- No acumulado de doze meses até maio, o IPCA-15 avançou 4,64%, acima da expectativa de 4,59% e acima do teto da meta de 4,5%.
- As maiores contribuições vieram da energia elétrica residencial (alta de 2,16%), carnes (1,98%), higiene pessoal (1,60%) e leite longa vida (6,07%).
- Entre os subitens, houve queda em gasolina (-1,32%), etanol (-2,73%) e café moído (-2,09%).
- Entre as onze áreas pesquisadas, Goiânia teve alta de 1,41%, enquanto Brasília registrou a menor variação, 0,33%.
O IPCA-15 de maio mostrou pressão inflacionária recente, com alta de 0,62%. O indicador, divulgado pelo IBGE, ficou acima da previsão de 0,56% estimada pelo mercado. Ainda assim, houve desaceleração em relação ao 0,89% de abril.
No acumulado de 12 meses até maio, o IPCA-15 ficou em 4,64%, frente expectativa de 4,59% pelos analistas consultados pelo Broadcast. O resultado representa novo avanço acima do teto da meta de 4,5% estabelecido pelo Banco Central.
Entre os itens que mais impactaram o índice, destacam-se energia elétrica residencial, com alta de 2,16%, e carnes, cujos preços subiram 1,98%. Higiene pessoal avançou 1,60% e leite longa vida registrou alta de 6,07%. Em contrapartida, gasolina recuou 1,32%, etanol caiu 2,73% e café moído caiu 2,09%.
Desempenho por itens e regiões
Entre as 11 áreas pesquisadas, Goiânia registrou a maior alta de 1,41%, impulsionada pelo etanol (16,62%) e pela gasolina (9,67%). Brasília teve a menor variação, com 0,33%, influenciada pela queda do ônibus urbano (-3,30%) e da gasolina (-2,96%).
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