- IPCA-15 de maio subiu 0,62%, frente a 0,89% de abril, ainda acima da mediana estimada pelo mercado de 0,56%.
- Em 12 meses, o índice avançou para 4,64%, acima do teto da meta de inflação.
- A queda nos combustíveis ajudou a reduzir a pressão no grupo de transportes, contribuindo para o resultado de maio.
- Alimentos, energia elétrica e despesas com saúde seguem pressionando o orçamento familiar.
- O mercado segue vendo inflação resistente, mantendo cautela sobre os próximos passos da política monetária e a convergência à meta.
O IPCA-15 de maio avançou 0,62%, menor que abril, quando subiu 0,89%. Mesmo assim, ficou acima da mediana das projeções do mercado, que apontava alta de 0,56%.
Em 12 meses, o índice acelerou para 4,64%, acima do teto da meta. O dado sinaliza inflação brasileira resistente, mesmo com alívios pontuais em alguns componentes.
Combustíveis ajudam, mas pressão continua
A queda dos combustíveis ajudou a reduzir a pressão no grupo transportes, melhorando o desempenho do IPCA-15 de maio. Ainda assim, alimentos, energia elétrica e saúde continuam pressionando o orçamento das famílias.
O que o IPCA-15 indica para o Banco Central?
A leitura qualitativa preocupa mais que a desaceleração do número cheio. A inflação ainda mostra resistência em setores relevantes, mantendo cautela sobre os próximos passos da política monetária e a convergência à meta.
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