- O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participou de reunião com empresários na sede da FIESP, em São Paulo, a convite de Paulo Skaf.
- O chanceler explicou impactos econômicos e comerciais do cenário geopolítico atual e o papel do Itamaraty na defesa dos interesses do setor privado brasileiro no exterior.
- Foram discutidas negociações do Mercosul, o fortalecimento de relações comerciais com novos parceiros e o aumento das exportações brasileiras.
- Mauro Vieira destacou a aproximação com mercados da África, do Sudeste Asiático e da Ásia Central como estratégicos para diversificar parcerias.
- Também houve debate sobre o abastecimento de fertilizantes, com o governo buscando ampliar fornecedores e reduzir impactos sobre o agronegócio, em meio a tensões no estreito de Ormuz.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se com empresários e representantes de setores da indústria na sede da FIESP, em São Paulo. O encontro, aberto a convite do presidente da entidade, Paulo Skaf, teve foco em oportunidades de comércio exterior.
A conversa abraçou impactos do atual cenário geopolítico sobre a economia e o papel do Itamaraty na defesa dos interesses do setor privado brasileiro no exterior. Ações para ampliar a presença brasileira em mercados internacionais foram detalhadas pelo chanceler.
Entre os temas, destacaram-se as negociações do Mercosul, o fortalecimento de relações com novos parceiros e a busca por plataformas para ampliar as exportações. A meta é diversificar mercados e reduzir dependência de tradições.
Mauro Vieira ressaltou a aproximação com mercados estratégicamente importantes, como a África, o Sudeste Asiático e a Ásia Central, com foco em acordos comerciais mais variados e estáveis.
Outro ponto discutido foi o abastecimento de fertilizantes, setor sensível às tensões ligadas ao estreito de Hormuz, rota-chave para o comércio global. Estratégias para reduzir vulnerabilidades foram debatidas.
O ministro indicou que o governo trabalha para ampliar a base de fornecedores e minimizar impactos sobre o agronegócio, setor essencial para a economia brasileira. O objetivo é manter a cadeia de suprimentos estável diante de tensões internacionais.
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