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Nova infraestrutura de pagamentos exige conectividade

Nova infraestrutura de pagamentos eleva a criticidade da conectividade para operações em tempo real e expansão de pontos de venda

Foto: Play Tecnologia / DINO
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  • No 1º trimestre de 2026, pagamentos com cartões movimentaram R$ 1,1 trilhão, com alta de 8,3% ante o mesmo período do ano anterior; o contactless representou 74,8% das transações presenciais, conforme a Abecs.
  • A expansão do pagamento em tempo real aumenta a complexidade operacional e a dependência de conectividade estável para operações distribuídas e em tempo real; a Play Tecnologia aponta a convergência entre telecomunicações e pagamentos.
  • Estudos apontam maior impacto econômico da adoção de pagamentos instantâneos: o Pix pode impulsionar o PIB brasileiro em até R$ 280,7 bilhões até 2028, segundo a CNN Brasil, com base em relatório da ACI Worldwide e do Cebr.
  • O avanço do contactless, do autoatendimento e de pagamentos “invisíveis” amplia pontos de aceitação e dispositivos em campo, elevando a necessidade de gestão centralizada de conectividade.
  • As compras não presenciais atingiram R$ 310,5 bilhões no 1T26, com alta de 18,8% em relação ao 1T25, fortalecendo a visão de conectividade como camada crítica para continuidade e desempenho.

O mercado brasileiro de pagamentos vive crescimento acelerado de transações digitais e uso de tecnologias por aproximação. No 1º trimestre de 2026, cartões movimentaram 1,1 trilhão de reais, com alta de 8,3% frente ao mesmo período de 2025, enquanto o uso de contactless atingiu 74,8% das transações presenciais. Dados são da Abecs.

A tendência para pagamentos em tempo real aumenta a complexidade operacional. A disponibilidade e a conectividade resiliente passaram a ser requisitos centrais para operações distribuídas e em tempo real, segundo estudo da TNS América Latina. A Play Tecnologia aponta convergência entre telecom e pagamentos como motor de demanda por conectividade móveis em jornadas financeiras.

Conectividade como camada crítica

Os impactos vão além do varejo: o Pix pode somar cerca de 280,7 bilhões de reais ao PIB brasileiro até 2028, segundo estudo citado pela CNN Brasil, com base em relatório da ACI Worldwide e do Cebr. A necessidade de continuidade eleva a importância de redes estáveis, contingência e monitoramento.

Para a Play Tecnologia, a migração de jornadas de pagamento para tempo real aumenta a dependência de rede contínua. A empresa ressalta que redes de contingência, monitoramento de qualidade e gestão centralizada passam a fazer parte do desenho operacional, e não apenas do suporte de TI.

Expansão de métodos de pagamento e impactos operacionais

A análise também destaca o avanço do contactless, o crescimento do autoatendimento e a tendência de pagamentos invisíveis. Esses formatos elevam a quantidade de pontos de captura e dispositivos em campo, exigindo maior governança da conectividade para varejistas, bandeiras, adquirentes e redes multiunidade.

Em números de uso, as compras não presenciais com cartão somaram 310,5 bilhões de reais no 1T26, com crescimento de 18,8% ante o 1T25, evidenciando a expansão de jornadas digitais que demandam continuidade de rede. A leitura reforça a necessidade de conectividade gerenciada para operações distribuídas.

Visão de mercado e aplicação prática

A Play Tecnologia reforça que o avanço dos pagamentos digitais aproxima as agendas de conectividade e serviços financeiros. A empresa atua na estruturação de projetos de conectividade móvel e serviços digitais, com foco em estabilidade de rede e capacidade de escala em campo, ajustáveis conforme o cenário de cada operação.

Segundo a visão da TNS, a transformação dos pagamentos tende a elevar a demanda por soluções de conectividade gerenciada e operações mais resilientes. Organizações com alta capilaridade e disponibilidade contínua devem considerar desenho de contingência e governança operacional para sustentar a experiência do usuário.

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