- Ibovespa caiu 0,31% com tensões entre EUA e Irã após ataques militares; Brent subiu 0,49% (a US$ 92,7 o barril) e WTI subiu 0,25% (a US$ 88,9).
- Dólar caiu 0,57% frente ao real, cotado a R$ 5,0318; o dólar index (DXY) recuou 0,19%.
- Nos EUA, PIB avançou 1,6% na primeira estimativa revisada do primeiro trimestre de 2026; gasto com consumo aumentou 0,5% e o PCE subiu 4,5% na leitura anualizada.
- No Brasil, taxa de desocupação ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril; IGP-M de maio acelerou para 0,84%.
- A tensão geopolítica manteve o mercado sem perspectivas de retomada rápida do acordo de paz entre EUA e Irã, após ataques recentes.
O Ibovespa fechou em queda de 0,31%, pressionado pela escalada das tensões entre EUA e Irã após novos ataques. O Brent subiu 0,49% e o WTI avançou 0,25%. O dólar caiu 0,57%, cotado a 5,0318 reais, em dia de reação mista aos dados econômicos globais.
Nos EUA, o PIB avançou 1,6% no 1º trimestre de 2026, abaixo das expectativas. O índice de inflação foi acompanhado pelo PCE, com alta anualizada de 4,5% no trimestre. O mercado ainda observou o desempenho do emprego, com pedidos de auxílio-desemprego em 215 mil na semana encerrada em 23 de maio.
Geopolítica e petróleo
Os novos ataques entre EUA e Irã mantêm o petróleo sob volatilidade. O Brent para agosto saiu a US$ 92,70, e o WTI para julho chegou a US$ 88,90 o barril. Analistas destacam incerteza sobre negociações de paz na região, o que sustenta as oscilações.
Dados dos EUA e impactos na renda
Na prática, o aluguel de instrumentos financeiros refletiu a queda dos rendimentos de Treasuries, com a T-note de 2 anos a 4,022% e a de 10 anos a 4,451%. O avanço do consumo interno norte-americano, em 0,5%, foi superior ao esperado, mas não compensou o fraco desempenho do PIB.
Dados econômicos no Brasil
No Brasil, a taxa de desemprego ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril, dentro do esperado pelos analistas. O IGP-M de maio desacelerou para 0,84%, ante 2,73% em abril. Além disso, dados fiscais indicaram movimentação de mais de R$ 26 bilhões entre 2022 e 2025, usados em esquemas de lavagem de dinheiro e ocultação de recursos.
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