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Bolsas da Ásia fecham em queda com perdas no Japão e em Hong Kong

Bolsas da Ásia fecham em queda: Japão recua em tech; Hong Kong soma pressão do imobiliário; China segura leve avanço em tecnologia e semicondutores

— Foto: Ahn Young-joon/AP
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  • Bolsas da Ásia fecharam em queda, com Japão, Coreia do Sul e Hong Kong no negativo; China continental teve leve alta de 0,1%.
  • no Japão, o Nikkei caiu 0,5%, para 64.693,12 pontos; perdas em Furukawa Electric (-7,3%), Sumitomo Metal Mining (-7,3%) e Fuji Electric (-7,1%), while Taiyo Yuden (+17%), Murata Manufacturing (+9,2%) e TDK (+5,2%) subiram; iene ficou estável em 159,48 por dólar; juros dos títulos japoneses recuaram.
  • na Coreia do Sul, o Kospi recuou 0,5%, encerrando uma sequência de quatro sessões de alta.
  • na China continental, CSI 300 e Xangai Composto avançaram 0,1%; ações 5G subiram 2,7%, com Zhongji Innolight quase 8% no pregão; CSI Semiconductor +1,4% e STAR 50 +1,6%.
  • em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,3%; Hang Seng Tech caiu 0,4% após resultados fracos da PDD Holdings; setor imobiliário cedeu (-1,5%) e materiais (-3,8%); NIO avançou até 11% com o lançamento de um novo SUV.

As bolsas da Ásia fecharam em baixa nesta quinta-feira, com investidores repercutindo tensões geopolíticas e quedas em setores de tecnologia, consumo e commodities, mantendo o apetite por risco limitado. A sessão consolidou um tom de cautela diante de fatores macro e geopolíticos.

O dia trouxe movimentos variados entre as principais praças, com impactos diferentes para os mercados locais e seus componentes. O cenário externo segue influenciando operações, especialmente em segmentos de alto beta e de exportação.

A maioria das bolsas fechou no negativo, refletindo incertezas que seguem no radar de investidores e analistas, sem sinais claros de retomada rápida.

Japão e Coreia do Sul

No Japão, o índice Nikkei recuou 0,5%, para 64.693,12 pontos. Entre as maiores quedas, Furukawa Electric (-7,3%), Sumitomo Metal Mining (-7,3%) e Fuji Electric (-7,1%). Em contrapartida, Taiyo Yuden avançou 17%, Murata Manufacturing subiu 9,2% e TDK ganhou 5,2%. O iene ficou estável perto de 159,48 por dólar. Rendimentos de títulos japoneses recuaram, com o JGB de dois anos caindo 3,45 pb e o de 10 anos cedendo 0,31 pb.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,5%, encerrando uma sequência de quatro altas consecutivas, em meio a ajustes setoriais e receios de impacto de políticas globais sobre exportações.

China continental e Hong Kong

Na China continental, o CSI300 e o Xangai Composto subiram 0,1% cada, sustentados por ganhos em tecnologia e semicondutores. O setor de internet 5G avançou 2,7%, com a Zhongji Innolight destacando-se entre os ganhadores, quase 8%. O CSI Semiconductor subiu 1,4% e o STAR 50, centrado em tecnologia, registrou alta de 1,6%, ampliando o ganho anual para 37%.

Hong Kong fechou no vermelho, com o Hang Seng recuando 1,3%. O recuo foi puxado pela fraqueza do Hang Seng Tech, após resultados fracos da PDD Holdings. O setor imobiliário também pressionou, com quedas em incorporadoras (-1,5%) e em materiais (-3,8%). Entre destaques, NIO chegou a subir até 11% após o lançamento de um novo SUV.

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