- Em abril, o registro de empregos formais foi de 85.888 vagas criadas, sendo o pior resultado desde o início do Novo Caged em 2020.
- O saldo do mês resulta de 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos.
- O mês anterior (março) fechou com saldo positivo de 227.974; abril de 2025 teve saldo de 238.216.
- O resultado ficou abaixo da mediana das projeções (211.100 vagas) e do piso indicado no levantamento (130 mil).
- No acumulado do ano, quatro dos cinco grandes setores registraram saldo positivo, com o maior crescimento no serviço (451.996); o comércio ficou negativo (-26.614).
O mercado de trabalho brasileiro abriu 85.888 vagas formais em abril, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado é o pior desde o início do Novo Caged, em 2020, quando houve saldo negativo de 981.342 posições.
O saldo de abril resulta de 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos. Em março, o saldo havia sido positivo em 227.974 vagas, com ajustes já incorporados. Em abril de 2025, o saldo ficou em 238.216.
O resultado ficou acima da projeção do mercado? não; ficou abaixo da mediana de 211.100 vagas prevista pelo painel de projections. Também ficou aquém do piso de 130 mil vagas sugerido por analistas.
Acumulado do ano
Entre janeiro e abril de 2026, foram gerados 699.762 vínculos no País, queda de 23,4% ante o mesmo período de 2025 (913.827). É o menor saldo para o primeiro quadrimestre desde 2020, quando houve perda de 946.878 vagas.
No acumulado de 12 meses, de maio de 2025 a abril de 2026, o saldo é de 1.059.860 vagas.
Desempenho setorial
Quatro dos cinco grandes setores apresentaram saldo positivo neste começo de 2026. Serviços lidera com 451.996 vagas, seguido pela construção (143.547) e pela indústria (124.085). A agropecuária soma 6.760.
O comércio foi o único setor a registrar resultado negativo, com perda de 26.614 postos formais. As fichas de cadastro indicam composição setorial relevante para o movimento do mês.
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