- GDF também, União e BRB firmaram acordo para viabilizar empréstimo de R$ 6,5 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), mediado pelo STF.
- O modelo original, de dispensar a Capag, foi substituído por uma fiança envolvendo bancos públicos e privados, formando um “sindicato” de bancos.
- O empréstimo terá carência de dois anos e prazo de pagamento de quinze anos, com garantias atreladas ao Fundo de Participação dos Estados (FPE) e ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
- O dinheiro vai direto ao caixa do BRB e será integralizado como capital da instituição assim que superar o processo, facilitando a execução do balanço.
- A governadora Celina Leão afirmou que o balanço do BRB ficará positivo após a entrada dos recursos; o acordo não teve aval formal do governo federal.
Em entrevista exclusiva ao Correio, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), detalha os bastidores do acordo para viabilizar um empréstimo de R$ 6,5 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ao BRB, com participação do GDF, da União e do banco. O objetivo é reforçar o caixa da instituição.
A negociação envolveu reuniões com o Banco Central, a Fazenda, a AGU, representantes do mercado financeiro e o STF, com base em avaliação de garantias e estrutura de garantia. O modelo inicial, que preconizava dispensa da Capag, foi substituído por uma fiança entre bancos públicos e privados, mediada pelo STF.
Segundo Celina Leão, o empréstimo terá carência de dois anos e prazo de pagamento de 15 anos. Como garantia, o GDF oferecerá recursos do FPE e do FPM. O montante chegará diretamente ao caixa do BRB e será já registrado como capital da instituição.
A governadora afirma que, assim que o recurso for integralizado, o BRB apresentará balanço com resultado positivo. O anúncio detalha que a operação não depende de aval formal do governo federal, mas de uma solução de fiança entre bancos.
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