- A Copasa relançou os termos da privatização após propostas abaixo do preço mínimo.
- Serão ofertadas inicialmente 171,1 milhões de ações, a preço mínimo de R$ 47,23 por papel, com possibilidade de aumentar em até 19,03 milhões de ações.
- Propostas da Equatorial Energia e de um grupo que inclui Aegea Saneamento e Participações ficaram abaixo do preço mínimo, levando o governo mineiro a reabrir o processo.
- A distribuição parcial é permitida desde que ao menos 114,08 milhões de ações sejam colocadas; se as propostas continuarem abaixo do preço mínimo, a operação pode ser cancelada.
- O investidor de referência deve ser definido até 3 de junho (5 de junho em caso de empate) e o preço final será definido em 11 de junho, por meio de bookbuilding; Perfin detém cerca de 18% da Copasa e mira comprar até 1 bilhão de reais em ações em oferta subsequente.
A Copasa relança o processo de privatização após propostas abaixo do mínimo. Equatorial Energia e um grupo de investidores que inclui Aegea Saneamento e Participações não atingiram o preço mínimo estipulado pelo governo de Minas Gerais. A operação foi reaberta para novas ofertas.
O Estado ofertará inicialmente 171,1 milhões de ações, com preço mínimo de R$ 47,23 por papel. A divulgação do prospecto atualizado ocorreu na quinta-feira, e a operação pode ser ampliada em até 19,03 milhões de ações adicionais. A distribuição parcial é admitida desde que pelo menos 114,08 milhões de ações sejam colocadas.
O governo ressaltou em comunicado que, por fatores supervenientes, o cronograma e outras condições podem sofrer alterações. Se as propostas permanecerem abaixo do preço mínimo, a privatização pode ser cancelada, conforme consta no prospecto atualizado.
Sobre prazos, o investidor de referência deve ser definido até 3 de junho, ou 5 de junho em caso de empate. O preço final da ação será definido no bookbuilding em 11 de junho. O fundo de infraestrutura Perfin mantém participação de cerca de 18% na Copasa, mirando ampliar posição em oferta subsequente.
O grupo da Aegea envolve Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav Saneamento, com participação minoritária da Aegea. O conjunto de propostas ficou aquém do esperado, motivando o retorno do edital para captar novos interessados.
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