- O desemprego ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril, segundo o IBGE.
- Em igual período de 2025, a taxa foi de 6,6%. No trimestre móvel até março, ficou em 6,1%.
- 6,3 milhões de pessoas buscaram trabalho sem sucesso no período, 471 mil a mais que o trimestre anterior.
- A mediana do mercado aponta 5,9% para o trimestre móvel encerrado em abril, ante 6,1% no anterior.
- A renda média real do trabalhador ficou em R$ 3.732,00 no trimestre, alta de 5,3% frente ao mesmo intervalo de 2025; a massa de renda real habitual somou R$ 377 bilhões, crescimento de 6,5%.
O desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril, conforme a PNAD Contínua do IBGE. O grupo de trabalhadores desempregados somou 6,3 milhões, 471 mil a mais que em março. O aumento foi atribuído a sazonalidades de atividades como comércio e serviços.
Em comparação anual, a taxa de desocupação caiu ante o mesmo período de 2025, quando ficou em 6,6%. O mercado projetava 5,9% para o trimestre, variando entre 5,8% e 6,2%.
O IBGE aponta que 6,3 milhões buscaram trabalho sem sucesso no trimestre, com alta em relação ao anterior. A explicação de Adriana Beringuy, coordenadora da PNAD, é de comportamento sazonal, com impactos em serviços e atividades de comércio.
Desempenho da renda e do mercado de trabalho
A renda média real do trabalhador ficou em R$ 3.732,00 no trimestre encerrado em abril, alta de 5,3% na comparação com o mesmo período de 2025. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 377 bilhões, alta de 6,5% em um ano.
A massa de salários em circulação na economia avançou 6,5% na comparação anual, para R$ 377 bilhões. Em relação ao trimestre anterior, houve estabilidade da renda, com leve queda de 75 milhões.
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