Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Susep: após caso Infinite, quem não se comportar ficará fora do mercado de seguros

Após a liquidação da Infinite, Susep afirma que quem não se comportar ficará fora do mercado de seguros e que novos participantes continuarão a entrar

Alessandro Octaviani, superintendente da Susep — Foto: Gabriel Reis/Valor
0:00
Carregando...
0:00
  • A Susep decretou a liquidação extrajudicial da Infinite Seguradora, criada em outubro de dois mil e vinte e três, por deterioração econômico-financeira e falhas de gestão de riscos.
  • O superintendente Alessandro Octaviani afirmou que a medida não interrompe a política de ampliar a concorrência no setor de seguros.
  • Em painel no Insurtech Brasil, ele disse que apenas quem se comportar bem com provisões técnicas e atendimento ao consumidor seguirá no mercado.
  • Antes da liquidação, seguradoras de seguro garantia já discutiam a criação de um sistema de autorregulação para evitar casos semelhantes à Infinite.
  • Octaviani afirmou que novas empresas continuarão entrando em mercados como auto e vida, e que o regulador garantirá concorrência sem privilegiar ninguém.

O superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, afirmou que a liquidação extrajudicial da Infinite Seguradora, decretada neste mês, não deve interromper a política de ampliar a concorrência no setor de seguros. A declaração foi dada ao Valor.

Durante painel no Insurtech Brasil, em São Paulo, Octaviani destacou a necessidade de regras mais rígidas no setor. Ele afirmou que apenas quem cumprir com as provisões técnicas e proteger o cliente continuará no mercado, e que quem não se comportar não permanecerá.

A Infinite Seguradora, criada em abril de 2023 e autorizada pela Susep em outubro do mesmo ano, teve operação concentrada no seguro garantia. No ano seguinte houve deterioração econômica e falhas na gestão de riscos, levando à liquidação por insuficiência patrimonial.

O regulador disse que o processo seguiu procedimentos técnicos e que a atuação da autarquia foi rápida. Antes da decisão, seguradoras de seguro garantia já discutiam autorregulação para evitar casos semelhantes à Infinite e preservar a imagem do produto.

Octaviani reforçou que novas empresas devem continuar entrando no mercado, incluindo auto e vida, fortalecendo a competição em um país com penetração de seguros ainda baixa. O papel da Susep, segundo ele, é garantir competição sem abrir mão da supervisão.

Ao mencionar o cenário, o superintendente ressaltou que não há privilégio para entrantes ou para companhias já estabelecidas. Ambos ficam sujeitos à fiscalização e às regras técnicas, de modo igualitário.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais