Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bandeira amarela permanece na cobrança de luz de junho

Bandeira amarela permanece em junho, cobrando R$ 1,885 a cada 100 kWh por piora da geração (menos chuva, mais termelétricas), com alerta sobre El Niño

Com a bandeira amarela, consumidores terão cobrança adicional na conta de luz pelo 2º mês consecutivo
0:00
Carregando...
0:00
  • Aneel confirma que a bandeira tarifária de junho permanecerá amarela, gerando cobrança extra na conta de luz pelo segundo mês consecutivo.
  • A cobrança é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, justificada pela piora nas condições de geração de energia no período seco.
  • Com menos chuvas, há menor geração hidrelétrica e maior uso de usinas termelétricas, elevando o custo da energia.
  • A bandeira amarela indica condições menos favoráveis de geração, diferente da bandeira verde, que não cobra adicionais.
  • A NOAA aponta 82% de chance de formação do El Niño entre maio e julho de 2026, com 37% de probabilidade de intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, o que pode afetar chuvas, reservatórios e custos de energia.

Aneel informou que a bandeira tarifária de junho ficará amarela, mantendo a cobrança extra na conta de luz pelo segundo mês consecutivo. A cobrança é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, refletindo o período seco que reduz a geração hidrelétrica e eleva o uso de usinas termelétricas.

A agência explicou que, entre janeiro e abril de 2026, a bandeira esteve verde, sem cobrança adicional. Com menos chuvas, o custo de geração elétrica aumenta, impactando o valor da tarifa para os consumidores. O sistema de bandeiras foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar condições de geração.

A bandeira amarela indica condições menos favoráveis de geração, diante da queda de disponibilidade de água. Em cenários mais caros, as bandeiras vermelhas trazem cobranças maiores por kWh consumido.

El Niño no radar

A NOAA estima 82% de chance de formação do El Niño entre maio e julho de 2026. A probabilidade de o fenômeno alcançar intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027 é de 37%.

O El Niño pode alterar o regime de chuvas e temperaturas no Brasil. Em eventos intensos, há risco de seca no Norte e Nordeste e maior volume de chuvas no Sul. A intensidade e a distribuição das chuvas influenciarão a operação de reservatórios hidrelétricos.

Caso o fenômeno se confirme, pode haver pressão adicional sobre o custo de geração de energia nos meses seguintes, dependendo de como as chuvas se distribuirão pelo país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais