- O Dow Jones fechou em alta de 0,72%, aos 51.032,65 pontos; o S&P 500 subiu 0,22%, aos 7.580,09 pontos; e o Nasdaq avançou 0,20%, aos 26.972,62 pontos.
- Os índices sinalizaram otimismo com a possibilidade de um acordo entre Estados Unidos e Irã, renovando máximas de fechamento em uma sessão de fim de mês.
- O desempenho também foi puxado pelo avanço do setor de tecnologia, com Micron em alta de 5,14%, Microsoft 5,45% e Arm 5,37%.
- O petróleo recuou, reduzindo o prêmio de risco: Brent caiu 11,86% em maio e WTI caiu 16,86%, ambos abaixo de 95 dólares.
- O debate sobre um acordo para estender um cessar-fogo no Oriente Médio ganhou destaque, com Trump dizendo que decidiria hoje, mas o New York Times reportou adiamento.
O Dow Jones fechou em alta de 0,72%, aos 51.032,65 pontos, o S&P 500 subiu 0,22%, aos 7.580,09 pontos, e o Nasdaq avançou 0,20%, para 26.972,62 pontos. O encerramento ocorreu em meio a expectativas sobre um possível acordo entre EUA e Irã.
O otimismo com as tratativas entre os dois países elevou os principais índices de Wall Street, que atingiram novas máximas de fechamento neste mês. O clima positivo também combinou com resultados trimestrais robustos e o impulso das perspectivas ligadas à inteligência artificial.
O avanço no setor de tecnologia ajudou a sustentar as altas, com ganhos de 1,87%. Entre as empresas, Micron ganhou 5,14%, Microsoft subiu 5,45% e Arm registrou alta de 5,37%.
Contexto geopolítico e commoditys
O cenário no Oriente Médio segue incerto, mas o mercado percebe menor atrito do que em semanas anteriores. O prêmio do petróleo recuou, sinalizando cautela reduzida em relação a conflitos regionais. O Brent caiu 11,86% em maio, e o WTI caiu 16,86%, permanecendo abaixo da faixa de US$ 95.
Apesar da tendência de queda nos preços, o ambiente permanece sensível a notícias sobre negociações entre EUA e Irã. Comunicações entre as partes têm se mostrado voláteis e com posições contrastantes, o que mantém o mercado atento a desdobramentos.
Indicadores da semana e perspectivas
O recuo dos preços do petróleo reflete a expectativa de uma saída diplomática entre as partes e a possível suspensão de bloqueios navais. O presidente Donald Trump afirmou inicialmente que decidiria hoje sobre um acordo, mas o New York Times informou que a decisão foi adiada.
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