- Avanço do consumo das famílias no primeiro trimestre de 2026 foi de um por cento frente aos três meses anteriores, melhor resultado desde o terceiro trimestre de 2024.
- A importação subiu quatro vírgula quatro por cento no mesmo intervalo, o melhor desempenho desde o segundo trimestre de 2024.
- Do lado da oferta, a indústria cresceu um por cento entre janeiro e março, maior desde o quarto trimestre de 2023; a construção avançou dois vírgula nove por cento, maior desde o quarto trimestre de 2023.
- Dentro dos serviços, as atividades imobiliárias cresceram um por cento frente aos três meses anteriores, melhor desde o primeiro trimestre de 2018.
- Em comparação com igual período de 2025, a indústria extrativa subiu treze vírgula um por cento, melhor desde treze vírgula dois por cento no quarto trimestre de 2010; nos serviços, transporte, armazenagem e correio subiu zero vírgula sete por cento, pior desde o primeiro trimestre de 2024; informação e comunicação subiu sete vírgula seis por cento, maior desde o terceiro trimestre de 2024.
A alta de 1% do consumo das famílias no primeiro trimestre de 2026, frente aos três meses anteriores, ficou acima do ritmo observado desde o terceiro trimestre de 2024, quando houve alta de 1,4%. Os dados são do IBGE, divulgados nas Contas Nacionais Trimestrais.
A importação cresceu 4,4% no mesmo intervalo, puxada pela demanda externa, sendo o melhor desempenho desde o 2º trimestre de 2024, quando houve alta de 9,3%. O avanço indica recuperação da atividade econômica interna conectada ao comércio externo.
Demanda e oferta em alta
Na oferta, a indústria avançou 1% entre janeiro e março, frente ao trimestre anterior, registrando o melhor desempenho desde o quarto trimestre de 2023, quando houve alta de 1,5%. A construção teve alta de 2,9%, sustentando o ritmo desde o último quarto de 2023, com avanço maior que o esperado.
Entre os serviços, as atividades imobiliárias cresceram 1,2% no 1º trimestre frente ao trimestre anterior, o melhor resultado desde o 1º trimestre de 2018. O ritmo de atividade apresenta impulso moderado, mas estável no setor.
Na comparação anual, a indústria extrativa subiu 13,1%, a maior variação para esse tipo de comparação desde o 4º trimestre de 2010, reforçando o dinamismo de commodities. O transporte, armazenagem e correio avançaram 0,7% frente ao mesmo período de 2025, o pior desde o 1º trimestre de 2024.
A área de informação e comunicação teve alta de 7,6% na comparação anual, a maior desde o terceiro trimestre de 2024, sinalizando ganho significativo no setor de tecnologia e telecomunicações. O conjunto dos dados continua a indicar recuperação gradual da economia brasileira.
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