- A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu 80,4% do PIB em abril, com valor nominal de R$ 10,443 trilhões.
- Em março, a DBGG estava em 80% (ajustado para 80,1%), subindo para 80,4% em abril, após pico de 87,6% em dezembro de 2020.
- Pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG subiu de 92,0% do PIB em março para 93,1% em abril.
- O setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 24,624 bilhões em abril.
- A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) foi de 67,4% do PIB em abril, equivalente a R$ 8,752 trilhões.
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu 80,4% do PIB em abril, após 80% em março. Em valores nominais, subiu de R$ 10,356 trilhões para R$ 10,443 trilhões. O indicador é utilizado por agências de classificação de risco para avaliar solvência.
Pelo FMI, a DBGG passou de 92,0% do PIB em março para 93,1% em abril, com alta de 1,1 ponto. A relação mede o peso da dívida em relação ao tamanho da economia. A DBGG envolve governo federal, estados e municípios, sem incluir o BC nem estatais.
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 66,8% do PIB em março para 67,4% em abril, somando R$ 8,752 trilhões. O BC mantém o registro consolidado das contas públicas.
Superávit primário
O setor público consolidado teve superávit primário de R$ 24,624 bilhões em abril, ante déficit de R$ 80,676 bilhões em março. Em abril de 2025 houve superávit de R$ 14,150 bilhões. O resultado de abril ficou acima da mediana das projeções.
O BC informou ainda que, em abril de 2026, o governo central registrou superávit de R$ 26,075 bilhões. Estados e municípios tiveram superávit de R$ 329 milhões, enquanto empresas estatais registraram déficit de R$ 1,781 bilhão.
Isoladamente, os estados apresentaram déficit de R$ 1,091 bilhão e os municípios, superávit de R$ 1,420 bilhão. O conjunto das informações reforça o quadro de contas nacionais para avaliação de risco.
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