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Dólar sobe e Ibovespa encerra terceira queda; confira ranking de investimentos

Fluxo estrangeiro recua no Brasil; Ibovespa encerra terceira queda mensal e dólar avança ante o real, com impactos para renda fixa e petróleo

Com redução do fluxo de investimentos externos, em maio o dólar voltou a ter alta mensal ante o real, enquanto Ibovespa emendou terceira retração seguida
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  • O dólar teve alta mensal ante o real em abril, com ganho de 1,8% pela taxa Ptax, modalidade usada em contratos futuros.
  • O Ibovespa caiu pelo terceiro mês seguido, com retração de sete por cento.
  • O fluxo de capitais estrangeiros para o Brasil ficou negativo em maio, em torno de 13 bilhões de reais, though com saldo positivo acumulado em 2026 de 43 bilhões de reais.
  • No acumulado do ano, o dólar registra queda de cerca de oito por cento, iniciando o ano em 5,49 reais.
  • A taxa básica de juros segue no patamar elevado de 14,50% ao ano, apoiando ganhos da renda fixa, enquanto o petróleo recuou 22% no mês, mas permanece cerca de 48% acima de dezembro de 2025.

Com redução do fluxo de recursos estrangeiros para o Brasil, o dólar voltou a subir ante o real em abril, enquanto Ibovespa caiu pela terceira vez consecutiva. O cenário externo de inflação e petróleo elevou a percepção de risco global.

O saldo de aplicações de investidores estrangeiros está negativo em R$ 13 bilhões em maio, segundo dados de mercado. Mesmo assim, o acumulado de 2026 mostra superávit de R$ 43 bilhões com o aporte externo ao longo do ano.

Ibovespa perde força em abril

Com menor demanda de compradores estrangeiros, o principal índice acionário brasileiro recuou 7% no mês. O desempenho mensal pesou sobre o panorama de ações, apesar de ganhos acumulados ao longo de 2026.

Dólar e juros mantêm trajetória

A moeda americana subiu 1,8% na comparação mensal, após ter recuado 4,4% em maio, segundo a Ptax. O ano, porém, aponta queda de aproximadamente 8% frente ao real.

A renda fixa ganha com juros elevados. A Selic, em 14,50% ao ano, segue acima do comum para o cenário global, sustentando ganhos de aplicações atreladas ao CDI.

Commodities e cenário internacional

O petróleo desacelerou, mas permanece acima de níveis pré-guerra. O preço acumulou queda de 22% no mês, ainda assim operando bem acima de US$ 61 por barril no fim de 2025.

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