- O Ibovespa caiu 0,39%, encerrando aos 175.063,41 pontos, com o risco geopolítico entre EUA e Irã pesando sobre o mercado.
- O mercado brasileiro foca no PIB do primeiro trimestre de 2026 e nas estatísticas fiscais do setor público consolidado.
- No exterior, o dólar fechou em queda de 0,57%, cotado a R$ 5,0318; o cenário acompanha inflação da Alemanha e o PMI dos Estados Unidos pelo Institute for Supply Management.
- Nos EUA, o produto interno bruto cresceu 1,6% no primeiro trimestre, na segunda estimativa, enquanto o índice de gastos com consumo subiu 0,4% em abril.
- A crise no Oriente Médio segue influenciando os preços do petróleo e o apetite ao risco, com o mercado monitorando a evolução de qualquer acordo entre EUA e Irã.
O Ibovespa voltou a recuar nesta sexta-feira, sob efeito de tensões geopolíticas entre EUA e Irã e de dados econômicos. O índice encerrou em queda de 0,39%, aos 175.063,41 pontos, após oscilar ao longo do pregão.
A cena doméstica teve como destaque o PIB do primeiro trimestre de 2026 e as estatísticas fiscais, que influenciaram o humor dos investidores. O petróleo também reagiu de forma positiva ao clima de instabilidade regional.
No câmbio, o dólar caiu 0,57%, cotado a 5,0318 reais. O recuo veio em meio a movimentos globais de ajuste de risco e a expectativas sobre a trajetória da inflação, comércio e políticas monetárias. O mercado acompanha ainda a evolução das contas públicas.
No exterior, a atenção ficou com o CPI da Alemanha e com o PMI dos EUA, que sinalizam o ritmo da inflação e da atividade econômica. Enquanto isso, França, Itália e Canadá divulgaram seus dados finais de PIB do primeiro trimestre de 2026.
Mercado internacional fechou com sinais mistos: o PCE norte-americano avançou 0,4% em abril, lado a lado com o PIB dos EUA, que ficou em 1,6% na leitura anualizada do 1º trimestre, conforme a segunda estimativa do governo. Bolsas de Nova York subiram, registrando novas máximas de fechamento, enquanto os contratos futuros de petróleo subiram ante a crise no Oriente Médio.
No radar interno, o PIB brasileiro e as contas públicas devem orientar o humor do mercado ao longo do dia. A agenda também traz a divulgação do IGP-M de maio, com relevância para as perspectivas de inflação e para o desempenho de ativos locais.
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