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Nascimento relembra infância sem Wi-Fi e jujubas após deixar a autarquia

Ex-presidente da CVM vê decisão do STF de direcionar taxas de fiscalização ao orçamento da autarquia como oportunidade inédita de recursos

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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu direcionar a arrecadação com taxas de fiscalização para o orçamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
  • A ex-presidente da CVM, João Pedro Nascimento, disse que a medida representa uma oportunidade que “nem nas últimas 20 gerações tiveram, que é ter dinheiro na autarquia”.
  • O comentário foi feito ao fim de uma apresentação dirigida a assessores de investimentos, em São Paulo, durante evento promovido pela AAWZ.
  • Nascimento afirmou sentir muito orgulho do que fez na CVM e do que não fez durante sua gestão.

O ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Pedro Nascimento, lembrou sua infância ao se referir a uma situação atual da autarquia. Ele mencionou, de forma institucional, aspectos como a falta de conectividade na época e lembranças simples, citadas de forma contextual, durante um evento em São Paulo.

Nascimento participou de uma apresentação para assessores de investimentos na quinta-feira, promovida pela associação AAWZ. O objetivo foi discutir temas ligados ao mercado e ao funcionamento da CVM após sua saída da autarquia.

A fala do ex-presidente ocorreu em meio a comentários sobre uma decisão recente do ministro Flávio Dino, do STF. Segundo o que destacou, a medida direciona a arrecadação com taxas de fiscalização para o orçamento da CVM, o que ele descreveu como uma oportunidade relevante para a autarquia. Ele ressaltou orgulho pelo que realizou e pelo que não realizou durante seu mandato.

Contexto institucional

A discussão centrava-se no impacto financeiro da decisão sobre a CVM. Nascimento avaliou que a nova fonte de recursos poderá ampliar a atuação regulatória da autarquia, com efeitos indiretos sobre o mercado e a fiscalização.

Importância da decisão para o futuro

Especialistas ouvidos pelo público do evento apontaram que a adequação orçamentária pode influenciar contratações, programas de fiscalização e investimentos em tecnologia. A fala de Nascimento não incluiu posicionamento oficial da CVM, apenas a visão compartilhada por ele como ex-gestor.

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