- A taxa de investimento recuou para 16,5% do PIB, ante 17,6% no primeiro trimestre de 2025.
- A taxa de poupança caiu para 15,5% no primeiro trimestre de 2026, frente a 15,8% no mesmo período do ano anterior.
- O economista Leonardo Costa, do ASA, afirma que essa combinação é um ponto de atenção estrutural para o crescimento sustentável da economia brasileira.
- O grupo ressalta que manter a trajetória de crescimento depende de equilíbrio entre investimento e poupança.
A queda das taxas de investimento e de poupança é apontada como um ponto de atenção estrutural para o crescimento sustentável da economia brasileira. Segundo avaliação do ASA, a combinação de isso evidencia entraves de longo prazo.
A taxa de investimento recuou para 16,5% do PIB no primeiro trimestre de 2026, ante 17,6% no mesmo período de 2025. O recuo sinaliza menor dinamismo de curto prazo no aporte de capital à economia.
A taxa de poupança caiu para 15,5% do PIB no primeiro trimestre de 2026, frente 15,8% no mesmo intervalo de 2025. Os números são destacados por Leonardo Costa, economista do ASA, como indicativos de trajetória menos favorável.
Segundo Costa, a divergência entre investimento e poupança tende a limitar o potencial de crescimento no médio prazo. A análise reforça a necessidade de políticas que fortaleçam ambos os componentes.
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