Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Série da GloboNews mostra expansão do PCC e infiltração do crime no estado

Série da GloboNews mostra expansão do PCC no Brasil e infiltração na economia formal, operando transnacionalmente em 28 países com faturamento de R$ 10 bilhões

Marcola está preso desde 1999. Ele é apontado por autoridades com o chefe do PCC — Foto: Reprodução/Arquivo/TV Globo
0:00
Carregando...
0:00
  • A GloboNews lançou a série Máfia PCC – Dos Presídios À Economia Formal, que mostra a expansão do Primeiro Comando da Capital no Brasil e na economia formal.
  • Em dois episódios, a reportagem detalha a evolução do PCC, fundado há mais de três décadas em um presídio de São Paulo, que virou uma rede transnacional do tráfico de drogas.
  • O grupo atua em sessenta e oito países? Wait that’s wrong. The text says atuação em 28 países. Correct: atua em 28 países e tem faturamento anual estimado em R$ 10 bilhões.
  • A série aponta a organização como uma “economia do crime”, usando fintechs, criptoativos e fundos de investimento para movimentar recursos.
  • O primeiro episódio foi ao ar em vinte e cinco de maio e já está disponível no Globoplay; o segundo vai ao ar em um de junho, às vinte e três horas e trinta minutos.

A GloboNews lançou a série Máfia PCC – Dos Presídios À Economia Formal, que detalha a expansão do Primeiro Comando da Capital no Brasil e a infiltração do crime na esfera pública e na economia formal. A reportagem busca esclarecer como o grupo ganhou alcance nacional e internacional.

A produção, em dois episódios, descreve a evolução do PCC desde sua origem em um presídio do interior de São Paulo até se tornar uma rede transnacional de tráfico de drogas, com atuação estimada em 28 países e faturamento anual de cerca de R$ 10 bilhões.

De acordo com as investigações, o PCC passou a operar com estrutura semelhante à de grandes corporações, explorando lacunas legais e falhas de fiscalização. Fintechs, criptoativos e fundos de investimento aparecem como mecanismos de movimentação financeira.

As reportagens apontam ainda que a organização se utiliza de ferramentas para dificultar o rastreamento financeiro pelas autoridades, aproveitando dificuldades de cooperação internacional e de fiscalização multijurisdicional.

A série envolve seis meses de gravações em diversas regiões do Brasil e em trajetos que cruzaram fronteiras, incluindo passagens pela Europa para compreender o alcance do grupo.

O primeiro episódio foi ao ar em 25 de maio e já está disponível no Globoplay. O segundo episódio será exibido na televisão em 1º de junho, às 23h30.

Isabela Leite e Henrique Picarelli assinam o roteiro e a direção da produção. A obra reúne apuração, entrevistas e análises para contextualizar a atuação do PCC nas diferentes esferas da sociedade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais