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Durigan defende ampliar alívio para contribuintes na declaração do IR

Durigan propõe ampliar alívio do IR já no próximo ano, com preenchimento automático, mirando fim da declaração em dois a três anos

— Foto: Wenderson Araujo/Valor
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  • Durigan afirmou que, em um eventual novo governo Lula, pretende eliminar a obrigação de declarar o Imposto de Renda para grande parte dos contribuintes nos próximos dois ou três anos, iniciando no próximo ano com mais preenchimento automático.
  • Não haverá desobrigação universal no próximo ano, mas o alívio deverá aumentar para quem já paga e cumpre as obrigações ao longo do ano.
  • A meta é chegar à dispensa total da declaração em dois a três anos.
  • O ministro celebrou o crescimento da economia no primeiro trimestre de 2026, mas disse haver desafios importantes, como melhorar a situação fiscal, reduzir a taxa de juros, diminuir o custo do crédito e combater apostas ilegais que drenam recursos.
  • O PIB no primeiro trimestre de 2026 subiu 1,1% em relação ao trimestre anterior; no quarto trimestre de 2025, a variação foi de 0,3%.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que, em um eventual novo governo Lula, pretende eliminar a obrigatoriedade de entrega da declaração do Imposto de Renda para grande parte dos contribuintes nos próximos dois a três anos. A medida envolve avanço do preenchimento automático e redução de informações exigidas.

Segundo Durigan, o ano que vem deve trazer maior alívio para quem já paga impostos e cumpre suas obrigações. Ele ressaltou que a desobrigação universal não é prevista para 2025, mas que o objetivo é ampliar o benefício gradualmente.

Durigan também comemorou o crescimento da economia no primeiro trimestre de 2026, embora destaque desafios a enfrentar. A autoridade também citou necessidade de avanços na situação fiscal, na taxa de juros, no custo do crédito e no combate a apostas ilegais que drenam recursos.

O Produto Interno Gasto (PIB) avançou 1,1% nos três primeiros meses de 2026, frente ao trimestre anterior, segundo o IBGE. No quarto trimestre de 2025, a variação havia sido de 0,3%. Fonte: Contas Nacionais Trimestrais.

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