- Nesta segunda-feira, 1, em Belo Horizonte, o quarto ciclo do Eloos reúne autoridades, lideranças e especialistas do setor agropecuário para debater geopolítica, gargalos estruturais e inovação no campo.
- O evento ocorre no Parque de Exposições da Gameleira e marca discussões sobre como o agronegócio pode liderar com sustentabilidade ambiental e financeira, diante de pressões geopolíticas.
- Estarão presentes pré-candidatos à Presidência da República — Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado — além de representantes do setor produtivo, pesquisa e indústria.
- Participam do debate Antônio de Salvo (presidente do Sistema Faemg), José Luiz Bellini Leite (Embrapa Gado de Leite), Alexandre Lacerda (presidente da Girolando) e Adriana Maugeri (presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal), entre outros.
- O tema central inclui reduzir dependência de insumos externos, especialmente fertilizantes, melhorar a logística e promover inovação na pecuária, com foco na competitividade do agro brasileiro.
Neste lunes, Belo Horizonte recebe o quarto ciclo do Eloos, iniciativa da Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, para debater o futuro do agronegócio brasileiro. O encontro ocorre no Parque de Exposições da Gameleira e reúne autoridades, lideranças setoriais e pesquisadores. O tema central é a geopolítica, a safra robusta e a necessidade de inovação nas porteiras.
O evento busca alternativas para reduzir a dependência externa, com foco em segurança alimentar e sustentabilidade financeira. A programação inclui debates sobre infraestrutura, produtividade e uso de tecnologia no campo, com participação de representantes do setor produtivo e da academia.
Participantes e agenda
Foram confirmados pré-candidatos à Presidência: Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de líderes do agro e da pesquisa. Participam Antônio de Salvo (Faemg), José Luiz Bellini Leite (Embrapa Gado de Leite), Alexandre Lacerda (Girolando) e Adriana Maugeri (Indústria Florestal de Minas).
A fala de Maugeri destaca a necessidade de reduzir a dependência de insumos externos, como fertilizantes, fortalecendo um plano de Estado do agronegócio com participação pública e privada. O tema justiça e eficiência da cadeia também aparece na pauta.
Temas centrais
A discussão aborda gargalos estruturais, inovação tecnológica, crédito rural, logística e sustentabilidade. O objetivo é entender como o Brasil pode manter liderança na produção de alimentos, observando a geopolítica global e as pressões externas.
Segundo dados oficiais, o agronegócio respondeu por 32,8% da expansão do PIB brasileiro em 2025 e representou quase metade das exportações, com vendas externas de US$ 169,2 bilhões. O debate analisa impactos na cadeia produtiva e na competitividade.
Especialistas destacam que a logística, o custo de transporte e as fragilidades industriais influenciam o desempenho do setor. A programação prevê três blocos: geopolítica, infraestrutura e inovação no campo, com foco na aplicação prática dentro das propriedades rurais.
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