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Inflação na Coreia do Sul acelera, sustenta viés hawkish do Banco da Coreia do Sul

Inflação ao consumidor da Coreia do Sul acelera para 3,1% em maio, maior há mais de dois anos, reafirmando o viés hawkish do banco central diante dos impactos do conflito no Oriente Médio

Morning commuters ride escalators outside Seoul Station in Seoul.
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  • A inflação ao consumidor da Coreia do Sul acelerou para 3,1% em maio, a maior variação em mais de dois anos.
  • O dado reforça o viés do banco central para juros mais elevados, com o impacto do conflito no Oriente Médio se espalhando pela economia.
  • Os números são do Ministério de Estatísticas, publicados nesta terça-feira.
  • A mediana das previsões de economistas, em pesquisa da Bloomberg, era de 2,9%.
  • Em abril, a inflação havia ficado em 2,6%.

South Korea registrou aceleração da inflação ao consumidor, atingindo o maior ritmo em mais de dois anos. O dado reforça a inclinação do banco central para manter uma postura mais rígida diante de pressões de preços que se estendem pela economia.

Os preços ao consumidor subiram 3,1% em maio na comparação com o mesmo mês de 2023, segundo o Ministério de Dados e Estatísticas. A leitura ficou acima da mediana de 2,9% prevista por economistas consultados pela Bloomberg, após 2,6% em abril.

Implicação para o Banco Central

A divulgação dos números aponta para efeitos contínuos da crise no Oriente Médio sobre a atividade doméstica, alimentando preocupações com inflação persistente. Autoridades devem considerar o ritmo de aperto monetário diante do choque de oferta e da demanda interna.

Contexto e próximos passos

Espera-se que o Banco da Coreia avalie o saldo entre crescimento e pressão de preços nas próximas semanas. O relatório de maio evidencia uma manutenção da trajetória de juros mais elevada para frear a inflação sem comprometer o crescimento econômico.

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