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Mato Grosso e Mato Grosso do Sul compensam queda de Goiás na safrinha de milho

Mato Grosso e Mato Grosso do Sul compensam a queda de Goiás na safrinha de milho, com produção prevista em 106 milhões de toneladas

Espiga de milho em um campo perto de Brasília (DF)
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  • A segunda safra de milho 2025/26 deve somar 106 milhões de toneladas, quase estável frente aos 106,15 milhões previstos no mês anterior, com variações regionais.
  • Mato Grosso teve aumento de produtividade, elevando a produção prevista para o estado para 51,3 milhões de toneladas, enquanto Mato Grosso do Sul também teve revisão positiva.
  • Goiás sofreu com clima mais seco, com a estimativa de produção recuando para 10,8 milhões de toneladas, queda de 19,3% em relação a maio.
  • A temporada de milho primeira safra/safrinha permanece em 28,32 milhões de toneladas, com perspectiva de crescimento anual de 11%.
  • A safrinha de soja do Brasil já foi colhida com previsão de 181,8 milhões de toneladas, recorde, avanço de 7,7% sobre a estimativa anterior.

A segunda safra de milho do Brasil na temporada 2025/26 deve chegar a 106 milhões de toneladas, segundo a StoneX. A previsão ficou estável ante o mês anterior, com ajustes regionais para cima e para baixo.

A consultoria aponta que o Mato Grosso apresentou produtividades mais fortes, elevando a previsão de produção no estado para 51,3 milhões de toneladas. O Mato Grosso do Sul também teve revisão positiva.

Já Goiás registrou desempenho pior devido ao clima seco, com a estimativa de produção recuando para 10,8 milhões de toneladas, 19,3% abaixo de maio. O efeito regional contribui para o equilíbrio nacional.

Para o milho da primeira safra, a StoneX manteve a projeção em 28,32 milhões de toneladas, com crescimento anual de 11%. A safra de soja do Brasil foi prevista em 181,8 milhões de toneladas, recorde, ante 181,62 milhões na estimativa anterior.

A previsão total para o milho brasileiro evidencia estabilidade no desempenho anual, apesar das variações estaduais causadas pela seca em Goiás e pelas condições mais amplas de produtividade em outras regiões.

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