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Petrobras corta 14,2% do querosene de aviação e mantém parcelamento em junho

Petrobras reduz preço do querosene de aviação em 14,2% a partir de 1º de junho, com queda de 0,93 por litro, e mantém parcelamento para junho

No acumulado desde dezembro de 2022, QAV registra queda real de 5,8%, segundo a Petrobras
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  • Petrobras reduziu o preço do querosene de aviação em 14,2% a partir de 1º de junho, o que corresponde a uma queda de R$ 0,93 por litro em relação ao mês anterior.
  • O programa de parcelamento foi mantido para junho, permitindo que as distribuidoras paguem parte menor no ato da compra e quitem o saldo em seis parcelas.
  • A medida reflete a atenuação do aumento das cotações internacionais do querosene de aviação, diante das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
  • No acumulado do ano, o combustível acumula alta de 54,5% (R$ 1,98 por litro) em relação a dezembro de 2025; desde dezembro de 2022, há queda real de 5,8% (R$ 0,34 por litro).
  • A precificação segue uma fórmula paramétrica contratual que funciona como amortecedor de curto prazo; a Petrobras confirmou volumes solicitados para junho, garantindo abastecimento.

A Petrobras anunciou a redução de 14,2% no preço do querosene de aviação (QAV) a partir desta segunda-feira, 1º. A diminuição corresponde a R$ 0,93 por litro em relação ao mês anterior. O programa de parcelamento foi mantido para junho.

A empresa atribui a queda ao alívio no ritmo de elevação das cotações internacionais do QAV, fruto de tensões geopolíticas no Oriente Médio. A medida busca mitigar impactos no custo operacional das companhias aéreas no curto prazo.

No acumulado deste ano, o combustível registra alta de 54,5%, o que representa um aumento de R$ 1,98 por litro frente a dezembro de 2025. Desde dezembro de 2022, o QAV apresenta queda real de 5,8% (R$ 0,34 por litro), ajustada pela inflação.

Detalhes da precificação e do parcelamento

A Petrobras utiliza uma fórmula paramétrica contratual que funciona como amortecedor de curto prazo, resultando em reajustes mais contidos frente ao mercado internacional.

Um programa de parcelamento, iniciado em abril, continua em junho, permitindo que as distribuidoras paguem uma parte menor do reajuste na compra e quitarem o saldo em seis parcelas mensais.

Os volumes solicitados pelas distribuidoras para junho já estão confirmados, assegurando o abastecimento nos polos de atendimento.

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