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Durigan diz que Pix não entra nas conversas com EUA; Alckmin fala em sabotadores

Após reunião emergencial, Durigan defende o Pix e a soberania financeira; Alckmin acusa sabotadores, e governo busca diálogo com os EUA diante de possível taxação de 25%

Ministro da Fazenda, Dario Durigan, faz uma feição séria
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  • Em reunião emergencial em Brasília, autoridades falaram sobre a possível taxação de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros.
  • O ministro da Fazenda, Dário Durigan, declarou que o Pix está fora de debate e será defendido nas negociações; ele também criticou a visita de Flávio Bolsonaro a Donald Trump.
  • O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Pix é símbolo da soberania financeira e que há “sabotadores” tentando atrapalhar o diálogo com os EUA, mantendo o foco em negociações.
  • O governo pretende buscar um caminho ganha-ganha com participação de iniciativa privada para enfrentar o cenário e manter o diálogo com autoridades norte-americanas.
  • O ministro Márcio Elias Rosa disse que, mesmo que as tarifas ocorram, os setores mais atingidos seriam maquinário, plásticos, madeira e papel, calçados, ferro fundido, peixes e crustáceos.

Após reunião emergencial realizada nesta terça-feira (2) em Brasília, autoridades trataram da possível taxação de 25% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos. Durigan afirmou que o Pix está fora de debate nas negociações e que o tema não será cedido. A coletiva também abordou críticas à visita de Flávio Bolsonaro a Donald Trump.

Alckmin reiterou a defesa do Pix como símbolo da soberania financeira do Brasil e destacou que falhas na comunicação costumam atrapalhar o diálogo com o governo norte-americano. O vice-presidente disse que o governo vai buscar manter o diálogo com autoridades dos EUA e envolver o setor privado para chegar a um acordo mutuamente benéfico.

Durigan criticou a atuação de setores da oposição, afirmando que interesses pessoais não devem atrapalhar a negociação. Ele mencionou que a prioridade é preservar a tecnologia brasileira e evitar retrocessos econômicos decorrentes de tarifas.

Ponto-chave

Elias Rosa abriu o leque de impactos caso as tarifas avancem, indicando setores sensíveis como maquinário, plásticos, madeira e papel, calçados, ferro fundido, peixes e crustáceos. O ministro ressaltou que, embora a imposição não seja certa, a avaliação de danos é necessária para orientar medidas de defesa comercial.

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