Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresários defendem negociar minerais críticos e etanol com EUA

Empresários veem margem para reverter tarifas dos EUA e defendem negociar minerais críticos e etanol, enquanto governo resiste a pontos sensíveis como o Pix

O presidente Lula usa o boné com o slogan "O Brasil é dos brasileiros" como resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos em 2025.
0:00
Carregando...
0:00
  • Os Estados Unidos propuseram uma tarifa de 25% sobre algumas importações brasileiras, sob a Seção 301, citando Pix, leis anticorrupção e desmatamento ilegal.
  • interlocutores do governo Lula dizem que pontos sensíveis não são negociáveis, como o Pix, mas há espaço para discutir outros itens.
  • empresários defendem que o Brasil aproveite temas de interesse dos EUA, como minerais críticos e etanol, para tentar reverter a taxação.
  • o governo brasileiro afirma estar disposto a negociar alguns pontos comerciais e vai usar todas as estratégias para reverter a medida, incluindo contato direto com Washington.
  • há temor de queda de competitividade a longo prazo, mas ainda há expectativa de que a situação possa ser revertida por meio de negociações.

O governo dos Estados Unidos anunciou um novo pacote de tarifas, de 25%, sobre importações brasileiras em investigations sob a Seção 301. A medida atinge produtos considerados desleais, entre eles o Pix, leis anticorrupção e mecanismos de desmatamento ilegal. O governo brasileiro ainda busca caminhos para reduzir os impactos dessa taxação.

Empresas afetadas defendem que há margem de manobra para reverter a taxação e cobram articulação firme do Brasil nas negociações. Interlocutores do governo Lula dizem ser possível discutir pontos comerciais, desde que não comprometam pontos sensíveis, como o Pix.

O grupo empresarial argumenta que temas de maior interesse para os EUA podem ser explorados, incluindo minerais críticos e etanol. Os EUA afirmam que o Brasil não oferece tratamento tarifário equilibrado para o etanol desde a reintrodução de tarifas de 20% em 2017.

Fatores-chave da negociação

O impacto financeiro ainda não está fechado, e há preocupação de que algumas empresas deixem de exportar para os EUA. Observa-se, no entanto, uma abertura para negociar ajustes em setores específicos, com objetivo de mitigar efeitos sobre a cadeia produtiva brasileira.

Perspectivas e próximos passos

As empresas pretendem atuar tanto na fase de manifestação da Seção 301, que pode ocorrer até 1º de julho, quanto na interlocução direta com o governo dos EUA. O cenário envolve manter pressão institucional e buscar opções de proteção a setores estratégicos, sem abrir mão de eventuais concessões que não afetem pontos sensíveis da política interna brasileira.

Contexto político e institucional

A tensão entre Brasil e EUA se mantém, com parte da narrativa pública centrada na indignação política, incluindo referências a figuras nacionais. Do lado econômico, a prioridade é preservar a competitividade brasileira e ampliar espaço para negociação de temas produtivos, como minerais críticos e etanol, dentro de um marco de equilíbrio comercial.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais