- O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, disse que o governo não teve responsabilidade pelo aumento dos preços dos combustíveis, atribuindo o encarecimento ao cenário geopolítico entre EUA e Irã.
- As medidas anunciadas pelo governo teriam ajudado a reduzir os impactos do aumento do querosene de aviação (QAV) sobre companhias aéreas e passageiros.
- Entre as ações estão a redução de tributos sobre o QAV, o adiamento de tarifas de navegação aérea cobradas pela Força Aérea Brasileira e uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para o setor.
- O adiamento das tarifas de março e abril foi prorrogado para maio e junho, para que o pagamento fosse feito apenas em dezembro, dando fôlego às companhias.
- O combustível representa cerca de 40% dos custos operacionais das empresas aéreas, e as medidas contribuíram para manter a expansão do transporte, com passageiros passando de 98 milhões em 2023 para 130 milhões em 2025.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que o governo não teve responsabilidade pelo aumento dos preços dos combustíveis, atribuindo a alta ao cenário geopolítico entre EUA e Irã. Medidas adotadas visam atenuar impactos para companhias aéreas e passageiros.
Franca citou ações como redução de tributos sobre o QAV, adiamento de tarifas de navegação aérea cobradas pela FAB e a disponibilização de uma linha de crédito de 1 bilhão de reais para o setor. As medidas foram apresentadas como medidas de alívio.
Ele explicou que o adiamento das tarifas ocorreu para março e abril, com extensão para maio e junho, para pagamento apenas em dezembro, oferecendo fôlego financeiro às empresas.
Medidas e impactos
A linha de crédito destinou-se principalmente a capital de giro e compra de combustível, segundo o ministro. O combustível representa cerca de 40% dos custos operacionais das empresas aéreas.
Franca ressaltou que as medidas contribuíram para preservar a expansão do transporte aéreo no Brasil, mantendo a trajetória de crescimento do número de passageiros.
Segundo dados do Ministério, o total de viajantes passou de aproximadamente 98 milhões em 2023 para 130 milhões em 2025, indicando a entrada de cerca de 30 milhões de passageiros no sistema aéreo brasileiro.
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