- Governo dos EUA propõe tarifa de 25% sobre importações brasileiras, após investigação do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR).
- A medida ainda será analisada em consulta ao setor privado antes de consolidar o relatório final.
- A aplicação não é imediata; o relatório definitivo deve ser publicado até 15 de julho.
- A lista que ficou de fora inclui carne, frutas, café, minerais e combustíveis, medicamentos, aviação, metais preciosos e papel/madeira.
- A justificativa é combater práticas comerciais consideradas “não razoáveis” que oneram o comércio americano.
O governo dos EUA propõe impor uma tarifa de 25% sobre importações do Brasil, após investigação do USTR. A medida visa combater práticas comerciais consideradas desleais. A consulta ao setor privado será necessária antes de qualquer decisão final.
A proposta, anunciada nesta terça-feira, ainda aguarda avaliação de impacto. O objetivo é restringir ou onerar atividades que, segundo Washington, prejudicam a economia norte-americana. O texto original aponta motivos de política comercial.
A aplicação efetiva não é imediata. O relatório definitivo deve ser publicado até 15 de julho, após a fase de consulta. O governo enfatiza que manterá itens estratégicamente relevantes fora da lista de tarifas.
Itens excluídos do tarifaço
Entre os produtos que não entram na tarifa de 25% estão carnes, frutas e café brasileiros, considerados essenciais para o mercado norte‑americano. Também ficam de fora combustíveis, equipamentos de aviação e alguns fármacos.
A lista de exclusões detalha carnes frescas, resfriadas ou processadas; frutas como laranja, manga e coco; cafés em várias formas, incluindo misturas e extratos; além de minerais, petróleo e alguns itens farmacêuticos.
O governo dos EUA, liderado por Donald Trump, defende que a medida busca recuar práticas comerciais consideradas prejudiciais. A decisão permanece sujeita a ajustes durante a consulta com o setor privado.
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