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Tarifaço ameaça 27% das exportações brasileiras, diz MB Associados

Nova tarifa de vinte e cinco pontos percentuais proposta pelos EUA atinge 27% das exportações brasileiras, principalmente indústria de transformação, aponta MB Associados

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  • A nova tarifa proposta pelos EUA atingiria 27% das exportações brasileiras, com maior peso em produtos da indústria de transformação.
  • A lista de produtos afetados concentra manufatura, açúcar, móveis e madeira, equipamentos e transformadores elétricos, borracha e pneu.
  • A medida é vista como alinhada à campanha de reindustrialização defendida pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
  • O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, afirma que a proposta acompanha esse objetivo.
  • A análise aponta que aprendizados de listas anteriores sugerem que taxações indiscriminadas prejudicaram a economia e o consumidor americano.

A nova proposta de tarifa de 25 pontos percentuais apresentada pelo governo dos Estados Unidos atinge, segundo a MB Associados, 27% das exportações brasileiras. O impacto ocorre no âmbito de uma investigação comercial em curso. A medida mira fomentar a reindustrialização americana.

A avaliação inicial aponta que o peso recai principalmente sobre a indústria de transformação brasileira, incluindo manufaturas, açúcar, móveis, madeira, equipamentos e transformadores elétricos, borracha e pneu. Estas categorias compõem grande parte das exportações alvo.

Para o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, a proposta está alinhada com a campanha do presidente Donald Trump de reindustrializar os EUA. Ele ressalta que propostas anteriores foram mais amplas e causaram custos para consumidores e economia.

Detalhes da proposta

Segundo a leitura inicial, a tarifa deve ser aplicada aos itens listados após conclusão de uma investigação comercial. A medida visa reduzir dependência de insumos importados e estimular produção local, segundo a gestão administrativa dos EUA.

A repercussão para empresas brasileiras deverá depender da elasticidade de cada setor. Analistas ponderam que setores com maior capacidade de realocação podem se adaptar, enquanto cadeias produtivas mais integradas sofrem maior impacto.

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