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Indústria brasileira contestará tarifa dos EUA

Indústria brasileira teme tarifa de 25% dos EUA e atuará para mitigar impactos, destacando que medida pode prejudicar o mercado americano e favorecer exportadores asiáticos

José Velloso, da Abimaq: setor de máquinas já esperava nova taxação — Foto: Gabriel Reis/Valor
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  • Os Estados Unidos avaliam impor tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, o que gera apreensão na indústria brasileira.
  • O setor de máquinas destaca que grande parte das trocas comerciais ocorre entre empresas do mesmo grupo.
  • A Abimaq disse que atuará para atenuar ou reverter o impacto da taxação.
  • A justificativa é que a tarifa poderia afetar o mercado americano e favorecer exportadores asiáticos.
  • As ações visam defender os interesses brasileiros e reduzir possíveis prejuízos para o setor.

A indústria brasileira reage com apreensão à possibilidade de os Estados Unidos aplicarem uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A avaliação inicial é de impacto potencial relevante para cadeia de exportação e investimentos no setor de máquinas.

Segundo dirigentes do segmento, a taxação pode reduzir o dinamismo do mercado interno americano, além de favorecer fornecedores asiáticos. A expectativa é de efeito indireto sobre cadeias de fornecimento e decisões de longo prazo de empresas.

A atuação das associadas ocorre por meio de argumentos para atenuar ou reverter o potencial efeito da tarifa. A Abimaq sinalizou que participa de diálogos com autoridades para esclarecer situações em que as trocas comerciais ocorrem entre empresas do mesmo grupo.

Reação do setor e próximos passos

A liderança do setor de máquinas, representada pela Abimaq, afirma que a maioria das trocas comerciais envolve empresas do mesmo conglomerado, o que pode reduzir a exposição a tarifas setoriais. A entidade também aponta que, se implementada, a tarifa pode alterar o equilíbrio entre mercados e investimentos.

Entre as ações previstas, estão apresentações técnicas e lobby junto a órgãos governamentais para esclarecer como as operações ocorrem na prática. Há expectativa de que a imprensa especializada e órgãos reguladores acompanhem os desdobramentos com prioridade.

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