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Produção industrial cresce 0,7% em abril e supera expectativas

Indústria brasileira avança 0,7% em abril, quarto ganho consecutivo, puxada por extrativas e petróleo; recuos em químicos e máquinas não freiam expansão

Foto: Gerada por IA
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  • A produção industrial cresceu 0,7% em abril ante março, acima da expectativa de alta de 0,4%.
  • Foi o quarto avanço mensal consecutivo, com alta acumulada de 4,4% no período.
  • Em abril, frente a igual mês de 2024, a indústria avançou 2,7%.
  • No acumulado do ano, a indústria registra crescimento de 1,7%.
  • Os setores impulsionadores foram indústrias extrativas, derivados de petróleo, além de produtos de borracha, plástico, madeira e têxteis; quedas ocorreram em químicos, máquinas e equipamentos e farmacêuticos.

A produção industrial brasileira subiu 0,7% em abril, na comparação com março, conforme dados do IBGE. O resultado ficou acima da expectativa do mercado, que previa alta de 0,4%.

Este é o quarto avanço mensal consecutivo da indústria, elevando o ganho acumulado a 4,4% no período. Em relação a abril do ano passado, houve alta de 2,7%.

No acumulado do ano, a indústria registra crescimento de 1,7%, sinalizando uma recuperação que vem se consolidando nos últimos meses.

Setores que impulsionaram o crescimento da produção industrial

O crescimento de abril foi puxado principalmente pelos segmentos de indústrias extrativas e derivados de petróleo, além de borracha, plástico, madeira e têxteis. Esses setores tiveram desempenho acima da média e contribuíram significativamente para o avanço.

Por outro lado, produtos químicos, máquinas e equipamentos e farmacêuticos registraram quedas, embora sem evitar o resultado geral positivo.

O que dizem os especialistas

Economistas destacam que a atividade industrial mantém aquecimento no início do segundo trimestre de 2026. O desempenho observado nas indústrias extrativas soma alta relevante nos últimos meses, influenciando a indústria como um todo.

Especialistas alertam para uma possível desaceleração futura, alinhada a um primeiro trimestre muito forte. O ritmo do PIB no segundo trimestre pode moderar à medida que impulsos pontuais se dissipem. Fonte: IBGE.

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