- O ex-presidente Donald Trump propõe tarifas de no mínimo 10% sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais.
- A medida vem após o_US Trade Representative (representante de Comércio dos Estados Unidos) apontar os 60 parceiros como alvo potencial.
- As tarifas de 10% incluiriam Canadá, México, União Europeia, Taiwan e Reino Unido, entre outros.
- A proposta surge como parte de uma investigação sobre como parceiros de comércio tratam bens supostamente produzidos com trabalho forçado.
- As tarifas haviam sido suspensas no passado, mas voltam a ganhando espaço após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos.
Donald Trump propõe novamente tarifas na casa dos dígitos, com alíquota de pelo menos 10%. A medida mira importações de 60 parceiros comerciais, após decisões da Suprema Corte dos EUA que derrubaram tarifas anteriores. O anúncio ocorre em meio a uma investigação sobre práticas de trabalho forçado em cadeias produtivas.
O alvo inicial inclui Canadá, México, União Europeia, Taiwan e Reino Unido, entre outros, segundo o Escritório do Representante Comercial dos EUA. A iniciativa surge como resposta a supostas práticas de produção vinculadas ao trabalho forçado, ampliando o espectro de tarifas em vigor.
Quem está envolvido
O governo dos EUA, liderado pelo presidente, e o Escritório do Representante Comercial (USTR) são os principais atores. Empresas importadoras com origem nos 60 países podem ser afetadas caso a proposta avance.
Contexto e próximos passos
A proposta depende de análises e de aprovação política, com avaliação de impactos em cadeias globais de suprimentos. A ação ocorre após a revogação de tarifas anteriores pela Suprema Corte e segue um processo de investigação sobre força de trabalho em fornecedores.
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