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Economista-chefe da KPMG analisa expectativas de alta dos juros do Fed

Swonk aponta aperto gradual; mercado precifica alta de 25 pontos-base em 2026, com inflação de serviços resistente e melhora do mercado de trabalho

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  • Diane Swonk, economista-chefe da KPMG, analisou o cenário econômico atual e destacou melhoria no mercado de trabalho e inflação no setor de serviços como drivers de uma postura hawkish entre os dirigentes do Federal Reserve.
  • A desaceleração no mercado de trabalho pode sustentar pressões sobre políticas monetárias, segundo a visão da economista.
  • Swonk aponta que a precificação do mercado de títulos já reflete a expectativa de aumento de 25 pontos base na taxa de juros em 2026.
  • Ela comenta a entrevista com Romaine Bostick e Katie Greifeld no programa The Close.

Diane Swonk, economista-chefe da KPMG, analisou o cenário econômico atual, destacando que a melhoria do mercado de trabalho e a inflação do setor de serviços persistente alimentam um tom hawkish entre os dirigentes do Federal Reserve.

Ela afirmou que a precificação do mercado de títulos já reflete a expectativa de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros em 2026, sinalizando uma mudança no radar de política monetária.

As declarações foram feitas em entrevista para Romaine Bostick e Katie Greifeld, diretamente no programa The Close, destacando a leitura de indicadores recentes sobre emprego e serviços.

Swonk ressaltou ainda que a inflação do setor de serviços permanece elevada, o que sustenta o viés de aperto monetário por parte do Fed, de acordo com a leitura de hoje do mercado de títulos.

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