- Ibovespa encerrou a oitava semana consecutiva de queda, aos 170 mil pontos, após romper o suporte de 175 mil.
- A cotação recua 15% em relação ao topo de 199.354 pontos registrado no intraday de abril.
- A sequência de oito quedas é a pior desde 2004; em junho, o índice caiu 2,5%, e no mês, 7,22%.
- Tecnicamente, após o rompimento de 170 mil, o próximo suporte está em 165 mil, seguido por 154.055 pontos; abaixo, 147.575 e 140.230 pontos.
- Resistências locais ficam entre 178.800 e 182.300 pontos, com alvo em 193 mil; o IFR terminou a semana em 44,06 pontos, indicando leitura neutra.
O Ibovespa encerrou a sexta-feira em 170 mil pontos, registrando a 8ª semana consecutiva de queda. A sequência negativa é a mais longa desde a definição de sua máxima intradiária em abril, quando atingiu 199.354 pontos. A bolsa rompeu o suporte de 175 mil pontos e acumula queda de 15% desde o topo.
A sequência de quedas, iniciada após a valorização de abril, já superou o recorde anterior de sete semanas negativas em 2004. Em junho, o índice caiu 2,5%, e no mês anterior o recuo chegou a 7,22%, segundo dados compilados pela Nelogica e pelo InfoMoney.
Perspectivas técnicas e próximos níveis
Com o rompimento dos 170 mil, a leitura aponta fluxo vendedor e aversão ao risco. O analista Rodrigo Paz, da BP Money, aponta 165 mil como próximo suporte, seguido por 154.055 pontos. Suportes adicionais ficam em 147.575 e 140.230 pontos.
Cenário de recuperação
Para sinais de retomada, a compra precisa reagrupar-se entre 178.800 e 182.300 pontos, com objetivo em 193 mil pontos. O indicador IFR (14) ficou em 44,06, indicando terreno neutro e ausência de sobrevenda, o que reforça cautela para movimentos de curto prazo.
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