- Estudo do Fraunhofer Institute aponta que reutilização e recondicionamento de eletrônicos podem reduzir entre 18% e 37% as emissões de gases de efeito estufa, conforme o equipamento.
- No Brasil, há aumento de 105% na demanda por itens seminovos e recondicionados entre 2025 e 2026.
- A economia circular ganha espaço como prática de consumo sustentável, com consumidores buscando qualidade a menor impacto ambiental e custo-benefício.
- A visão de que reutilizar e prolongar a vida útil de produtos é eficiente econômica e ambientalmente ganha adesão, reduzindo a pressão sobre cadeias produtivas intensivas em energia e matérias-primas.
A economia circular avança no consumo brasileiro, com a reutilização, recondicionamento e extensão da vida útil de produtos ganhando espaço em diferentes setores. Estudos e dados de mercado indicam que essa prática se consolidou como alternativa sustentável.
Um levantamento do Fraunhofer Institute aponta que reutilizar e recondicionar eletrônicos pode reduzir entre 18% e 37% as emissões de gases de efeito estufa, conforme o tipo de equipamento. O impacto varia conforme o ciclo de vida do item.
No Brasil, uma pesquisa mostra aumento de 105% na demanda por itens seminovos e recondicionados entre 2025 e 2026, evidenciando mudança de percepção entre consumidores e varejistas.
A adoção da economia circular vem acompanhada de mudança cultural, segundo o CEO da Kwara, Thiago da Mata. Ele aponta que produtos seminovos deixam de ser segunda opção e passam a representar acesso a itens de qualidade com menor impacto ambiental e melhor custo-benefício.
A adoção dessas práticas reduz ainda a pressão sobre cadeias produtivas intensivas em energia e matéria-prima, contribuindo para eficiência econômica e ambiental simultâneas, conforme avaliação de Thiago da Mata.
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