- Juros dos títulos dos EUA com vencimento em dois anos atingiram 4,15%, maior nível desde fevereiro de 2025, após o payroll de maio.
- O relatório mostrou criação de 172 mil vagas, acima da previsão de 80 mil.
- Títulos de 10 anos subiram a 4,53% e os de 30 anos a 5,02%, refletindo expectativas para a economia e inflação.
- A taxa de desemprego ficou em 4,3%, sugerindo resistência do mercado de trabalho diante de juros elevados.
- Investidores revisaram as apostas sobre o caminho do Federal Reserve, elevando as projeções de juros futuros.
O mercado abriu o mês com pressão nos rendimentos de títulos dos EUA após dados de emprego mais fortes que o esperado. Títulos de 2 anos atingiram 4,15%, o maior nível desde fevereiro de 2025, diante da surpresa no payroll de maio.
A criação de vagas ficou em 172 mil, acima da projeção de 80 mil. O payroll robusto reforça a percepção de que o Fed manterá juros elevados por mais tempo, impactando a curva de juros dos EUA.
Títulos de 10 anos subiram para 4,53%, refletindo maiores expectativas de custo de financiamento e inflação. Já os papéis de 30 anos renderam 5,02%, acompanhando o movimento de longo prazo.
Indicadores de emprego e reação do mercado
O mercado de trabalho americano manteve-se resiliente, com a taxa de desemprego estável em 4,3%. A divulgação do payroll elevou as apostas de novas altas de juros pelo Fed no curto prazo.
Repercussões na curva de juros
Após o relatório, investidores revisaram expectativas para os próximos passos da política monetária. O resultado ampliou a probabilidade de aperto adicional, pressionando rendimentos de toda a curva.
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