- A Geração Z tem procurado formatos retrô, especialmente a fotografia analógica com Polaroid, mesmo vivendo na era dos smartphones.
- Esse movimento ajudou a Kodak a escapar da falência numa fase, mas também a expôs a riscos por depender de filmes.
- Em dois mil e doze, a Kodak chegou a declarar falência durante a transição para a era digital e o boom das câmeras em celulares.
- O caso é apresentado como um paradoxo: a geração que salvou a Kodak quase a destruiu ao longo do tempo.
A Kodak enfrentou a falência em 2012, vítima da digitalização e do boom das câmeras em celulares. A empresa, que antes era referência de fotografia tradicional, lutou para se adaptar à era das imagens digitais.
A partir de 2012, a Kodak buscou reverter o declínio com reestruturações e novos modelos. Enquanto isso, a Geração Z passou a valorizar o retrô, incluindo a fotografia analógica com filmes e câmeras de filme, um comportamento que chamou atenção do setor.
Paradoxo da relação com a geração jovem, apontado por especialistas, é que o interesse recém-descoberto pela fotografia analógica ajudou a manter a Kodak no mercado. Contudo, a dependência de filmes criados por terceiros trouxe riscos de desabastecimento em alguns períodos.
Paradoxos do ressurgimento
O retorno ao analógico gerou demanda por produtos da Kodak e de marcas associadas. Em contratempos, quedas na oferta de filmes e insumos podem comprometer o fluxo de produção. A situação evidencia os desafios da transição entre eras da fotografia.
Lições de mercado
Analistas destacam que a preferência por formatos retrô pode sustentar empresas em dificuldade, mas exige cadeia de suprimentos robusta. A Kodak, hoje, busca equilibrar legado analógico com inovação para manter presença global. Fonte: Xataka.
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