- Edi Rodrigues, CEO da TransVelloz, promove o movimento Mulheres Lideram para fortalecer redes de apoio e incentivar a participação de mulheres em cargos de liderança no Brasil.
- O movimento busca ir além do networking, promovendo humanização, acolhimento e compartilhamento de vulnerabilidades entre as participantes.
- Profissionais de diversas áreas, como Nutrição, Etiqueta, Direito e Marketing, destacam a importância de oportunidades reais, cooperação e protagonismo feminino para transformação econômica e social.
- O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) aponta que, em 2024, a renda média aumentou 2,9%, mas mulheres ganham, em média, 73% do rendimento masculino, e a desigualdade de renda persiste com o 1% mais rico ganhando 30,5 vezes mais que os 50% mais pobres.
- O relatório também mostra queda na desocupação para 6,6%, com melhorias para mulheres e população negra, mas registra 1.492 feminicídios em 2024, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à equidade, educação e segurança.
Em um setor empresarial ainda amplamente masculino, Edi Rodrigues atua como CEO da TransVelloz, empresa de logística com mais de 18 anos de atuação. Ela utiliza sua experiência para ampliar ações de diversidade e inclusão de mulheres por meio do movimento Mulheres Lideram.
O movimento busca ampliar a participação feminina em ambientes corporativos, promovendo redes de apoio que vão além do networking tradicional. Em sua visão, ocupar espaços exige construção de equipes, confiança nas pessoas e pedir ajuda quando necessário.
Para Edi, Mulheres Lideram representa a materialização de aprendizados da própria trajetória e o compromisso de apoiar outras mulheres a chegar a posições de decisão, fortalecendo vínculos entre lideranças de diferentes áreas.
O ecossistema de apoio reúne profissionais de várias áreas, como nutricionistas, consultoras e executivas, que destacam a importância da cooperação real e de ações concretas para ampliar oportunidades e mudar percepções.
Entre relatos de atuação, a advogada especializada em direito imobiliário ressalta que iniciativas como as lideradas por Edi fortalecem o tecido social ao incentivar a troca de experiências e abrir caminhos para o desenvolvimento humano.
A CEO de uma agência de marketing enfatiza que liderança feminina não pode ser apenas pauta simbólica, e sim presença efetiva em espaços de decisão, com ações que tornem a inclusão prática e visível.
Especialistas em empreendedorismo social destacam a necessidade de redes de colaboração entre empreendedores, instituições e lideranças locais, ampliando capacitação, crédito e espaços de escuta permanente da população.
Equidade de gênero e inclusão socioeconômica
O DIEESE divulgou o relatório Observatório Brasileiro das Desigualdades 2025, que aponta avanço de 2,9% no rendimento médio em 2024, mas aponta que mulheres ganham cerca de 73% do rendimento masculino e alta concentração de renda.
Segundo o estudo, a taxa de desocupação caiu para 6,6%, com ganhos mais expressivos entre mulheres e negras, ainda que haja 1.492 feminicídios em 2024. Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas que promovam equidade, educação e segurança alimentar.
A executiva reforça que Mulheres Lideram está em expansão, fortalecendo redes que aumentam protagonismo feminino e presença em decisões. A iniciativa também atua nas redes sociais para ampliar visibilidade e diálogo entre mulheres de diversas regiões.
Para conhecer mais sobre o movimento, a organização incentiva o acesso à sua página no Instagram, onde já reúne relatos e ações de diversas áreas.
Fontes e referências: DIEESE e o movimento Mulheres Lideram, cujos trabalhos enfatizam inclusão, diversidade e desenvolvimento social.
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